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segunda-feira, 2 de novembro de 2026

Ferrovia desativada em Quixadá e mais 3 municípios da região voltam a ser controladas pela União



Quixadá: Os trilhos da antiga Transnordestina que cortam este Município, além de Quixeramobim, Senador Pompeu e Piquet Carneiro, voltarão para a União. O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou a devolução da malha abandonada, que está sob concessão da Ferrovia Transnordestina Logística (FTL), e que desde 2013 está completamente desativada, ou seja, sem receber viagens de trem.

A decisão abrange 3.014 km de linhas sem uso em todo o Nordeste. Desse total, 568 km estão no Ceará e passam por 22 cidades. O acordo também reconhece uma indenização de R$ 1,785 bilhão. Segundo o TCU, o pagamento e o cumprimento das obrigações pela FTL dependem da prorrogação da concessão, prevista para 2028.

Se a devolução se concretizar, a União poderá oferecer os trechos a novas empresas. De acordo com o Ministério dos Transportes, a ideia é usar a ferrovia para transporte de cargas, de passageiros ou para turismo, com operação entregue à iniciativa privada por meio de chamamentos públicos.

Pelo acordo, a FTL fica responsável pela desativação da infraestrutura, pela regularização ambiental e fundiária e pelo mapeamento geográfico dos trechos. A empresa também deverá investir R$ 136,28 milhões para reduzir conflitos entre a ferrovia e as áreas urbanas.

Construída entre os séculos 19 e 20, a antiga Transnordestina liga Fortaleza ao Crato e é a maior extensão ferroviária do Ceará. A linha foi inteiramente desativada em 2013, já sob concessão da FTL. A concessionária declarou que não tem interesse na exploração comercial desses trechos e concentra os esforços na malha em operação, que liga Fortaleza a São Luís (MA).



🚨 ATENÇÃO: DÍVIDA PÚBLICA DO BRASIL ULTRAPASSA R$ 11 TRILHÕES E ACENDE ALERTA SOBRE AS CONTAS DO GOVERNO LULA!

 

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O Brasil chega à reta final do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com um cenário preocupante nas contas públicas.
Segundo dados do Banco Central divulgados em 29 de outubro de 2026, a dívida bruta do Governo Geral atingiu R$ 11,1 trilhões em setembro, equivalente a 82,9% do Produto Interno Bruto (PIB).
Em dezembro de 2022, antes do início do atual mandato, a dívida representava 71,7% do PIB. Desde então, houve um aumento de 11,2 pontos percentuais.
Outro dado que chama atenção são os juros da dívida pública, que chegaram a R$ 1,205 trilhão nos últimos 12 meses. Já o déficit nominal alcançou R$ 1,275 trilhão no mesmo período.
O crescimento do endividamento aumenta a pressão sobre as contas públicas, compromete recursos com o pagamento de juros e levanta questionamentos sobre os gastos do governo e a responsabilidade fiscal.
O Brasil precisa encontrar caminhos para controlar as despesas, reduzir o déficit e evitar que a dívida continue crescendo.
📢 E VOCÊ, O QUE PENSA? Qual deveria ser a principal medida para diminuir a dívida pública brasileira?

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 O Sistema Único de Saúde (SUS) foi estabelecido pela Constituição Federal de 1988, garantindo o acesso à saúde como direito de todos e dever do Estado.
Na época, o então deputado constituinte Luiz Inácio Lula da Silva e a maioria da bancada do PT votaram contra a redação final da Constituição.
⚠️ Importante: o voto foi contra o texto final da Constituição como um todo, e não uma votação específica contra a criação do SUS.
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