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domingo, 25 de fevereiro de 2024

Manter a Fé e a Esperança

 

Por maior que seja a dificuldade pela qual esteja passando, não desanime. Confie, mantendo a fé e a esperança.

Não se esqueça de que Deus não dá uma cruz mais pesada do que aquela que podemos carregar. Ele dá a lição e as provas conforme o nível de entendimento e evolução do Espírito.

Nesta escola chamada Terra há alunos em diversos graus, alguns mais adiantados, outros mais atrasados, mas o mais importante é que todos estão aprendendo de um jeito ou de outro.

Busquemos compreender as nossas limitações e as dos outros, sem jamais perder a fé e a esperança. A fé e a esperança são as vitaminas essenciais para mantermos a nossa saúde física, emocional e espiritual.

Lembremo-nos de que Jesus está no leme deste barco da vida, nos guiando e nos amparando em todos os instantes.

Justiça defere pedido de Alexandre Nardoni e ele deixará cadeia em abril

 SÁBADO, FEVEREIRO 24, 2024  NENHUM COMENTÁRIO

Alexandre Nardoni, condenado a 30 anos de prisão pelo homicídio de sua filha Isabella, deverá iniciar o cumprimento de sua pena em regime aberto a partir de 6 de abril, podendo deixar a prisão. No ano passado, Nardoni solicitou a redução de sua pena, cumprida na Penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo, com base nos dias trabalhados e na leitura de um livro durante sua detenção. O pedido foi deferido pela Justiça de São Paulo ainda em 2023.

A informação foi divulgada pelo colunista de O Globo, Ancelmo Gois, e confirmada pelo g1 neste sábado (24). A defesa de Nardoni optou por não comentar sobre a progressão para o regime aberto.

A decisão de reduzir a pena em 96 dias foi proferida pela juíza Marcia Beringhs Domingues de Castro, da 2ª Vara das Execuções Criminais, da Comarca de Taubaté, em setembro de 2023. Na decisão, a magistrada menciona o pedido, indicando que Nardoni trabalhou por 277 dias, o que justifica a remição solicitada pela defesa.

Além disso, a juíza destaca que Nardoni dedicou 26 dias à leitura do livro “Carta ao Pai”, de Franz Kafka, apresentando uma resenha que foi considerada fiel pela equipe responsável. A leitura faz parte do programa “Lendo a Liberdade”.

O crime cometido por Nardoni ocorreu em 2008, resultando na morte de sua filha Isabella. Desde então, ele cumpre pena na Penitenciária Dr. José Augusto César Salgado, em Tremembé, interior de São Paulo.

O regime aberto, para o qual Nardoni está prestes a transitar, implica no cumprimento da pena fora da prisão, permitindo o trabalho durante o dia e o recolhimento noturno em um endereço autorizado pela Justiça. Embora a legislação preveja o recolhimento em uma casa de albergado, modelo prisional que o estado de São Paulo não possui, na prática, os presos retornam para suas residências.

Para manter o benefício, Nardoni deve seguir diversas regras estabelecidas, como permanecer no endereço designado durante o repouso e nos dias de folga, cumprir horários para ir e voltar do trabalho, não se ausentar da cidade sem autorização judicial, e comparecer em juízo quando necessário.

O crime cometido por Nardoni, que resultou na morte de Isabella, comoveu o país em 2008. A menina de cinco anos foi arremessada do sexto andar de um apartamento na capital paulista. A Justiça considerou o ato como homicídio e não uma queda acidental, resultando na condenação de Nardoni a mais de 30 anos de prisão.

Atualmente, Nardoni está cumprindo pena no regime semiaberto, que permite saídas temporárias como parte do processo de ressocialização dos detentos.

Com informações do G1.

Irmão de um dos foragidos da penitenciária de Mossoró é preso

 DOMINGO, FEVEREIRO 25, 2024  NENHUM COMENTÁRIO

Policiais que investigam a fuga de dois detentos da Penitenciária Federal em Mossoró (RN) prenderam nesta sexta-feira (23) o irmão de um dos dois foragidos . Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o homem foi detido na capital do Acre, Rio Branco, por integrantes da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no estado. (Ficco/AC).

A identidade do detido não foi divulgada . De acordo com o ministério, ele já foi condenado por roubo e participação em organização criminosa e tinha um mandado de prisão em aberto. 

A Ficco/AC é um grupo de trabalho permanente, composto por representantes das polícias Federal (PF), Rodoviária Federal (PRF) e Penal, além das polícias Militar e Civil do Acre . Entre as atribuições do grupo está o compartilhamento de informações e a realização de operações conjuntas de enfrentamento às organizações criminosas

Em nota, o Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que policiais chegaram até o homem preso esta manhã enquanto investigavam a fuga de seu irmão do presídio de segurança máxima. Ele foi detido em sua residência, sem oferecer resistência. 

Os dois fugitivos da penitenciária federal, Rogério da Silva Mendonça e Deibson Cabral Nascimento, são naturais do Acre . Investigações preliminares indicam que os dois usaram ferramentas que encontraram largadas dentro do presídio para abrir o buraco por onde fugiram de suas celas individuais, no último dia 14. A unidade estava passando por uma reforma interna e os equipamentos não foram guardados adequadamente, facilitando o acesso dos detentos. 

Um processo administrativo e um inquérito da Polícia Federal (PF) foram instaurados para apurar as circunstâncias e responsabilidades pela fuga . Na quarta-feira (21), a PF prendeu três pessoas, entre elas um suspeito de ajudar Mendonça e Nascimento, e cumpriu a nove mandados judiciais de busca e apreensão em busca de provas que ajudem as autoridades a esclarecer os fatos. Os mandados foram cumpridos nas cidades de Mossoró, Quixeré (CE) e Aquiraz (CE), distante mais de 200 quilômetros da Penitenciária Federal em Mossoró.

Os cerca de 500 policiais federais, rodoviários federais e militares do Rio Grande do Norte e do Ceará empenhados nas buscas ganham, a partir de hoje, o reforço de 111 agentes da Força Nacional de Segurança Pública. Os primeiros 58 agentes da tropa federativa chegaram a Mossoró, no oeste potiguar, na madrugada desta sexta-feira (23) . 

Os primeiros 58 dos 111 agentes da Força Nacional de Segurança Pública autorizados a ajudar nas buscas aos dois detentos que escaparam da Penitenciária Federal em Mossoró (RN) chegaram à cidade do oeste potiguar, a meio caminho entre Natal (RN) e Fortaleza (CE), na madrugada desta sexta-feira. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, os outros 53 agentes devem chegar à cidade ainda hoje.

Via Pi24h

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Assinaturas de impeachment de Lula têm mais do que os que derrubaram Dilma e Collor

 DOMINGO, FEVEREIRO 25, 2024  NENHUM COMENTÁRIO

O pedido de impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), protocolado nesta quinta-feira, 22, tem mais assinaturas do que os requerimentos que derrubaram do poder de Fernando Collor e Dilma Rousseff. Os dois ex-presidentes foram os únicos que tiveram impedimento da continuidade do mandato pelo Congresso Nacional desde a promulgação da Constituição Federal de 1988.

Encabeçado pela deputada Carla Zambelli (PL-SP), o pedido de cassação do petista tem 139 assinaturas. O requerimento possui 49 páginas e diz que o presidente da República "comprometeu a neutralidade brasileira" a cometer um "ato de hostilidade contra Israel" por meio de "declarações de cunho antissemita".

No dia 18, durante entrevista coletiva em Adis Abeba, capital da Etiópia, Lula criticou a ação de Israel em Gaza e fez uma comparação entre a morte de palestinos e o extermínio de judeus promovido por Adolph Hitler, ditador da Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial.

O pedido de impeachment contra Dilma Rousseff, encabeçado pelos juristas Janaina Paschoal, Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior, teve 47 assinaturas. O requerimento estava baseado nas chamadas "pedaladas fiscais" e na edição de decretos de abertura de crédito sem a autorização do Congresso.

O pedido, enviado à Câmara no dia 15 de outubro de 2015, teve também a assinatura do advogado Flávio Henrique Costa Pereira e de 43 lideranças de movimentos sociais pautados no combate à corrupção. Um dos signatários era a própria Carla Zambelli, então líder do Movimento Nas Ruas.

O pedido foi aceito pelo presidente da Câmara da época, Eduardo Cunha, então no MDB, no dia 2 de dezembro daquele ano. A Casa aprovou o impeachment de Dilma no dia 17 de abril de 2016, por 367 votos a 137, afastando a ex-presidente do Planalto. O Senado cassou o mandato da petista no dia 31 de agosto, por 61 votos a 20.

No caso de Fernando Collor, primeiro presidente cassado desde a redemocratização em 1992, o pedido de impeachment foi redigido por 18 juristas, sendo encabeçado por Barbosa Lima Sobrinho, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), e Marcello Laveniére, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

O requerimento de afastamento de Collor, entregue no dia 1º de setembro daquele ano, levou em consideração o relatório final de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou um esquema de corrupção que envolvia o ex-presidente e o seu tesoureiro de campanha, Paulo César Farias.

O processo teve uma rápida tramitação na Câmara e, já no dia 29 de setembro, a Casa aprovou a abertura do processo de impeachment por 441 votos a favor e 38 contra. Em 29 de dezembro, Collor renunciou ao cargo de presidente da República para tentar evitar o impeachment e a perda dos direitos políticos no Senado. Mas por 76 votos a três, perdeu o mandato e foi declarado inelegível a cargos políticos por oito anos.

O pedido de impeachment contra Lula protocolado nesta quinta, 22, também supera o número de assinaturas que teve o requerimento de afastamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) com maior adesão. Protocolado em 30 de agosto de 2021, foi assinado por 46 parlamentares, entidades representativas da sociedade e personalidades.

O "superpedido" denunciava o ex-presidente por omissões e erros no combate à pandemia de covid-19 e por atentar contra o livre exercício dos Três Poderes. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), não deu prosseguimento ao requerimento.


Número de assinaturas não influencia abertura do processo

Especialistas ouvidos pelo Estadão explicam que número de assinaturas em um pedido de impeachment não influencia a abertura do processo. O número de signatários, no caso de Lula, mais evidencia uma articulação e um fortalecimento da oposição ao governo federal do que uma possibilidade de afastar o petista por crimes de responsabilidade, avaliam.

O primeiro passo para a abertura de um processo de cassação de mandato do presidente da República depende do presidente da Câmara, que pode dar prosseguimento ou não ao requerimento. A tendência, como mostrou a Coluna do Estadão, é que Lira deixe o documento na gaveta. Além disso, um contexto de convulsão social, crise econômica e baixa governabilidade torna um processo de impeachment "viável". Foram esses fatores que derrubaram Dilma e Collor, conforme os analistas.

De acordo com o cientista político Murilo Medeiros, do Instituto Millenium, a situação de Lula se difere dos casos de Dilma e Collor justamente por não ter um "cenário perfeito", com crise econômica, protestos massivos nas ruas e deterioração da governabilidade do chefe do Executivo.

"Como no atual contexto político essas três balizas não são preenchidas, dificilmente o pedido de impeachment avançará. Porém, o alto número de parlamentares alcançado pelo requerimento acende um sinal amarelo para o governo, que precisa redobrar sua articulação no Congresso Nacional", disse.

Para o doutor em Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB) Leandro Gabiati, o número de assinaturas, mesmo não sendo determinante para a cassação de Lula, mostra um fortalecimento na articulação da oposição ao governo diante das críticas que o petista sofreu ao comparar o conflito em Gaza com o Holocausto. "A fala do Lula criou uma oportunidade para a oposição se movimentar e se articular."

(Folha do Estado)

Suspeito de homicídio no Ceará é preso em ação conjunta da PCCE e da PRF na Bahia

 SÁBADO, FEVEREIRO 24, 2024  NENHUM COMENTÁRIO

Uma ação conjunta entre a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) resultou na prisão em flagrante de um homem, suspeito de envolvimento em um homicídio qualificado. O crime aconteceu na cidade de Brejo Santo – Área Integrada de Segurança 19 (AIS 19) do Estado. A prisão aconteceu, nessa quinta-feira (22), no município de Jequié, no interior da Bahia. Durante a prisão, três armas de fogo, munições e uma quantidade de maconha foram apreendidas.

Logo após o crime, ocorrido nessa quarta-feira (21), no município cearense, os policiais civis do Núcleo de Homicídios e Tráfico de Drogas (NHTD), da Delegacia Regional de Brejo Santo, deram início às diligências e identificaram o suspeito. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada e interceptou o alvo, que estava em fuga, no município de Jequié/BA.

Durante a captura do suspeito, um homem de 36 anos, foi apreendida uma pistola calibre 380, um revólver calibre 38 e uma espingarda 12, além do veículo, munições e uma pequena quantidade de maconha. Ele foi conduzido pelos policiais rodoviários federais até a Delegacia Municipal de Jequié, onde foi colocado à disposição da Justiça.

(SSP/CE)


Urgente: Suspeito de ajudar fugitivos de Mossoró alega inocência; homem esteve em Quixeré, no Ceará

A prisão temporária de Jânio Gleidson Carneiro Sousa, de 22 anos, suspeito de ter ajudado Deibson Cabral Nascimento e Rogério Mendonça da Silva, foragidos da Penitenciária Federal de Mossoró, pode ser convertida em prisão preventiva na segunda-feira (26), com possível decisão da Justiça Federal do Rio Grande do Norte. Segundo os advogados, Jânio alega ser inocente. As informações são do UOL.

Os dois homens, que fugiram de uma unidade federal de segurança máxima, são caçados por uma força-tarefa de 600 policiais desde o último dia 14 de fevereiro. Até então, os paradeiros dos integrantes de uma facção criminosa do Rio de Janeiro são desconhecidos e a Polícia Federal oferece recompensa de R$ 15 mil por informações sobre cada um dos fugitivos.

Janio foi preso no último dia 21 de fevereiro, em Mossoró, indiciado pelos crimes de favorecimento real e associação à organização criminosa. Além dele, outras duas pessoas foram presas.

Sergimar Oliveira e Pablo Paiva, advogados do homem, alegam que ele sustentou não ter prestado apoio aos criminosos. Apesar disso, a investigação da PF aponta que os dois homens teriam se comunicado com Jânio próximo à divisa do Rio Grande do Norte com o Ceará.

Ainda conforme a investigação, cinco dias após a fuga da dupla, Jânio viajou com o próprio carro de Mossoró para o município cearense de Quixeré, retornando logo após isso com outro carro para a cidade potiguar de Baraúna, uma distância de 50 km. Suspeito nega

Jânio teria ajudado os dois a fugirem. As informações teriam sido captadas em Estações de Rádio Base, as antenas com as quais os celulares se comunicam. Além disso, um endereço em Quixeré também foi rastreado.

Fontes policiais, aponta o UOL, trabalham com a hipótese de que os rastreamentos das ERBs  mostraram que os aparelhos utilizados por Jânio e pela dupla de foragidos estavam na mesma região e no mesmo horário. Eles teriam ligado para Quixeré, no Ceará, e para o Rio de Janeiro.

📰Diário do Nordeste

Força-tarefa encontra esconderijo e objetos usados por fugitivos de Mossoró

 

A força-tarefa de agentes de segurança que procura os dois fugitivos da penitenciária federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, encontrou neste sábado (24) um esconderijo e objetos usados por eles. Em uma área de mata, foram achados um facão, embalagens de alimentos e uma lona.

O local fica na zona rural de Baraúna, área próxima à divisa com o Ceará, região onde o cerco já havia sido ampliado durante as buscas. O dono de casa que teria sido usada pelos criminosos foi preso, de acordo com o Jornal Nacional.

Uma parte da rodovia RN-015 chegou a ser bloqueada enquanto policiais realizavam patrulhas na região. Uma equipe de Perícia esteve na casa e recolheu diversos itens.

Diário do Nordeste

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