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9 de dezembro de 2014

HOMICÍDIO EM RUSSAS


Ontem  09.12.2014, por volta das 20h45, na Rua Vasco da Gama nº 977, bairro Várzea Alegre em Russas-CE, foi vítima de homicídio a bala FRANCISCO GERLANGIO DA SILVA, 39 anos, servente, natural de Jaguaruana, filho de José Sabino Filho e Erineide Galdino da Silva, residente no endereço acima, a vítima estava em frente a sua residência quando foi surpreendido por 02 (dois) indivíduos, que trafegavam em uma motocicleta características não anotadas, o mesmo ainda tentou fugir adentrando a residência mas foi alvejado na cabeça e veio a óbito. Os PM Sd  atenderam a ocorrência e adotaram as medidas cabíveis no local, já os PM Maj, saíram em diligencias no intuito de localizar e prender os criminosos.

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Nathizael desmente boatos de que estaria liderando abaixo assinado contra "Russas Fest"



O vereador Nathizael Gonçalves (PMDB), usou seu espaço no grande expediente da sessão realizada ontem (04), para desmentir boatos de que estaria liderando um abaixo assinado contra o Russas Fest, evento que acontecerá nos dias 12, 13 e 14 de dezembro na Av. Dom Lino em neste município.

Nathizael disse que não organizou, nem mesmo assinou nenhum abaixo assinado. Ele disse gostar e participar do evento, mas é sim contra a sua realização naquela avenida. 

Ao final o vereador ironizou ao falar que Russas é uma cidade difícil de se cumprir leis e fácil de se conseguir liminares. 


Fonte: TV Russas



MP deve denunciar nesta semana 20 investigados da Lava Jato

Ministério Público Federal do Paraná deverá denunciar nesta semana cerca de 20 investigados na sétima fase da Operação Lava Jato, deflagrada em novembro pela Polícia Federal para investigar lavagem de dinheiro e que resultou na descoberta de um esquema de desvio de dinheiro da Petrobras.
Se o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, aceitar as denúncias do Ministério Público, os investigados passarão a ser réus.
Segundo investigadores que atuam na Lava Jato, entre os cerca de 20 denunciados devem estar 11 executivos de empreiteiras presos na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, conforme adiantou no último sábado ao Jornal Nacional o procurador-geral da República, Rodrigo Janot; o doleiro Alberto Youssef; o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa; o lobista Fernando Baiano; além de outros executivos investigados na sétima fase que foram soltos.
Esses investigadores disseram, sob condição de anonimato, que as denúncias do MP indicarão ao menos quatro crimes praticados pelos investigados: lavagem de dinheiro, corrupção ativa, corrupção passiva e organização criminosa.
A expectativa é que o Ministério Público divulgue a lista dos denunciados nos próximos dias, em Curitiba (PR), mas, segundo a assessoria do órgão, ainda não há definição sobre se o anúncio ocorrerá nesta quarta (10) ou na quinta (11).
A sétima fase da Lava Jato foi deflagrada no mês passado e levou 25 investigados – em sua maioria, executivos de empreiteiras – à prisão.
Eles ficaram detidos na Superintendência da Polícia Federal na capital paranaense. Desses 25, 12 ainda estão detidos na carceragem.
Entre os presos, estavam o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque – que já foi solto – e Fernando Soares, conhecido como “Fernando Baiano” e apontado pelo doleiro Alberto Youssef como operador do PMDB no esquema de corrupção – o que o partido nega.
Nesta quinta (11), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, se reunirá com os procuradores locais, em Curitiba, para definir quais medidas podem ser tomadas depois que o Ministério Público oferecer as denúncias contra os investigados. Além disso, há expectativa de que Janot se encontre com o juiz Sérgio Moro na sede da Justiça Federal do Paraná
Lava Jato
A operação Lava Jato investiga um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado cerca de R$ 10 bilhões e provocou desvio de recursos da Petrobras, segundo investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal.
Na primeira fase da operação, deflagrada em março deste ano, foram presos, entre outras pessoas, o doleiro Alberto Youssef, apontado como chefe do esquema, e o ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.
A nova fase da operação policial teve como foco executivos e funcionários de nove grandes empreiteiras que mantêm contratos com a Petrobras que somam R$ 59 bilhões.
Parte desses contratos está sob investigação da Receita Federal, do MPF e da Polícia Federal. Ao todo, foram expedidos, nesta sétima etapa, 85 mandados em municípios do Paraná, de Minas Gerais, de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Pernambuco e do Distrito Federal.
Conforme balanço divulgado pela PF, além das 25 prisões, foram cumpridos 49 mandados de busca e apreensão. Também foram expedidos nove mandados de condução coercitiva (quando a pessoa é obrigada a ir à polícia prestar depoimento), mas os policiais conseguiram cumprir seis.

Fonte: G1





O POVO acompanha ação policial no Eusébio


"Vocês começaram bem". Foi assim que o cabo Da Costa, do Ronda do Quarteirão do Eusébio, nos deu as boas-vindas, após chamado de uma ocorrência por lesão corporal. Eu (Lucas Mota) e o repórter fotográfico Fábio Lima participamos - na noite do último dia 25 de novembro - de uma ação com abordagens na região, com policiais da Polícia Militar (PM) e guardas municipais.
 Nos encontramos com a equipe na sede da Secretaria de Segurança Pública e Cidadania (SSPC) do Eusébio. Em seguida, já colocamos o colete à prova de bala. Estávamos prontos para participar das abordagens. No momento de partida, eu e Fábio nos separamos. Ele foi na viatura do Ronda, enquanto eu fui junto com os policiais do Policiamento Ostensivo Geral (POG). Ao todo, três viaturas do Ronda, uma do POG, três da Guarda Municipal, um veículo descaracterizado e três motos participaram da ação. A primeira ocorrência iria nos levar até o Urucunema, mas naquela altura, ainda não fazíamos a mínima ideia do que nos esperava.
 Entrei na viatura juntamente com três policiais. Tentei quebrar o "gelo" e me apresentei. Mas, o clima era de concentração, e os PMs não quiseram alongar o papo. Meu sentimento, confesso, era de emoção e tensão. Seguimos em alta velocidade. A cada curva nas ruas estreitas e sem asfalto da comunidade Urucunema eu ficava imaginando o que iríamos encontrar. Chegamos a uma área com um terreno aberto e algumas casas ao fundo. Paramos em frente à uma residência. Os moradores informaram que um homem, que dirigia uma ambulância do hospital de Aquiraz tinha efetuado disparos em via pública, por causa de ciúmes da namorada, que estava na região com umas amigas.
 Os policiais desceram das viaturas e se reuniram. A equipe decidiu que apenas a viatura do POG prosseguiria na ocorrência, visto que o homem já havia retornado a Aquiraz. Os PMs do Policiamento Ostensivo dariam apoio para a composição no município vizinho. Como a viatura em que eu estava deixaria a saturação, fui deslocado para o veículo do Ronda, o mesmo em que Fábio Lima se encontrava.
 A partir desse momento, seguimos toda a ação com o soldado Araújo e o cabo Da Costa. Após o primeiro momento de adrenalina, saímos da comunidade do Urucunema para dar início as abordagens de rotina. Partimos em direção à comunidade do Autódromo. Quando estávamos na avenida Cícero Sá, o soldado Araújo ordenou: "Encosta os três", referindo-se ao trio que trafegava em bicicletas na via. Desci da viatura e acompanhei de perto o trabalho dos policiais e dos guardas municipais. Nada foi encontrado com o trio, e os homens foram liberados.
 Ao chegar ao Autódromo, acompanhamos o patrulhamento da Polícia na área. Novamente estávamos em ruas estreitas e sem asfalto. Estava um pouco apreensivo. A presença da composição da Polícia Militar (PM) e da Guarda Municipal era vista com um olhar de estranheza pelos moradores do bairro. Dois jovens de bicicleta despertaram a suspeita da equipe. Mais uma parada para aumentar o clima de tensão. A abordagem foi feita e a dupla liberada.
 De lá, seguimos em direção ao Coaçu, passando pelos bairros Guaribas e Tamatanduba. Neste último trecho, participamos da abordagem de cinco homens. "Cadê o documento, gente? Tem que andar com documento no bolso. Documento não pesa no bolso", reclamava o soldado Araújo. Mas o grupo não apresentou nenhuma irregularidade e foi liberado. No trajeto, o vocabulário policial era comum na comunicação pelo rádio com as outras viaturas. "Adianta. Positivo", falava Da Costa. A cada abordagem, percebia que a equipe perguntava se os suspeitos possuíam alguma tatuagem. Segundo Adriana Gonçalves - secretaria do titular da SSPC, Lauro Leite - o procedimento é realizado para identificar os suspeitos que pertencem às gangues.
 Após mais uma abordagem no Coaçu, a equipe decidiu finalizar a ação com uma blitz Estrada do Fio. De acordo com o soldado Araújo, o local é uma rota de fuga bastante utilizada pelos bandidos. Cones na pista e operação estabelecida. Pronto, acreditava que ali terminaria nossa participação com os policiais. Mas, quando o clima de tranquilidade começava a dominar, a equipe avistou duas motos fazendo uma conversão para não passar pela blitz. "Rápido, vamos", adiantou Araújo para entrarmos na viatura.
 Entrávamos em perseguição. O clima de tensão e adrenalina voltava. Em alta velocidade, a viatura seguia por vias estreitas. "Onde eles dobraram", perguntou o soldado. "À direita", afirmou o cabo Da Costa. Rodamos a área, mas não encontramos a dupla. Após três horas de patrulhamento, retornamos à sede da Secretaria.
 Retirei o colete e senti o clima de tensão baixar. O colete apertado, que por alguns momentos me fez prender a respiração, era sinônimo de segurança e risco ao mesmo tempo, já que a utilização dele significava a possibilidade de um eventual confronto. Apesar do pouco tempo em ação com os policiais e guardas municipais, deu para sentir a adrenalina diária que essa equipe sente. A situação de risco constante, atenção redobrada e frieza para encarar o perigo que esses profissionais convivem, não é para qualquer um.

Abordagem policial: eficiência?
 A ronda no Eusébio ilustra de forma clara como os policiais operam durante as abordagens nas ruas. Mas será que as técnicas utilizadas são eficientes para reduzir a violência nos lugares mais vulneráveis? De acordo com Jania Perla, antropóloga e pesquisadora do Laboratório de Estudos da Violência (LEV), talvez o método não seja tão eficiente. "Em termos técnicos, eu não tenho propriedade para afirmar nada, mas em termos políticos, acho que abordar pela aparência é complicado. Abordar alguém utilizando como critério faixa etária, tatuagem ou vestimenta é uma forma de criminalização prévia do Estado".
A pesquisadora acredita que a forma de abordagem policial realizada no Eusébio aponta para uma estigmatização que promove uma "sujeição criminal". Ela ainda defende que a abordagem deve ser feita da mesma forma, com todas as pessoas, em todos os pontos da cidade e complementa que "se fosse um método eficiente, as estatísticas de criminalidade não estariam tão elevadas quanto estão".
Geovani Jacó, pesquisador e coordenador do Laboratório de Estudos e Pesquisas sobre Conflitualidade e Violência (Covio/Uece), por sua vez, acredita que existam dois aspectos que devem ser levados em conta na forma comum de abordagem policial. "A polícia tem que estar na rua, próxima das pessoas para prevenir os crimes e proteger os cidadãos. Esta aproximação tem que estar de acordo com o estado democrático de direito e a própria proteção que a polícia dá aos indivíduos já é a expressão deste estado democrático de direito.
A segunda questão é a forma como a polícia atua para garantir essa proteção. Quando a gente percebe que no próprio fazer policial das ruas estão incorporados estigmas, distinções construídas pelo senso comum, estereótipos definidos muitas vezes pela cor, pela indumentária ou pela idade, isso então revela o desrespeito ao estado democrático de direito". Geovani também enfatiza que a abordagem baseada na aparência pode contribuir para reproduzir preconceitos. "Nem todo jovem que pertence a tribos, a galeras ou que possui linguagem estética distinta da dominante é bandido, embora seja tratado como suspeito", complementou.


Fonte: O  Povo




Tirar habilitação da Categoria B ficou mais caro com aumento de aulas


As autoescolas do Cariri deram início à adequação imposta pela nova resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que incluiu mudanças para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação, passando de 20 para 25 o número de horas/aula para primeira habilitação na categoria B. 


Com isso, o processo para retirada do documento ficou mais caro, onde cada aula prática passa a custar cerca de R$ 45,00. Segundo o Sindicato dos Centros de Formação de Condutores de Veículos do Estado (Sindcfcs), a inclusão das novas taxas provoca aumento médio de R$ 225,00 em todo Ceará, representando acréscimo médio de 23,8% no preço para aquisição da CNH. 
Fonte: Ceará News




Volante cearense Pio é a primeira contratação do Fortaleza para 2015


A futura diretoria do Fortaleza, que assume o comando do clube no dia 1º de janeiro, acertou a primeira contratação para a temporada 2015. O volante cearense Pio, de 26 anos, já se apresentou ao clube na tarde desta terça-feira (9) para realizar exames médicos e avaliações físicas e foi anunciado através do site oficial do Tricolor.

Natural de Fortaleza, Francisco Hércules de Araújo iniciou a carreira no Icasa. O jogador passou pelo Fortaleza entre 2007 e 2008 e depois passou por Treze, ABC, Monte Azul, Guaratinguetá, Gil Vicente-POR e Mirassol, além do Botafogo-PB, clube que defendeu nas últimas duas temporadas.

Na Série C deste ano, Pio disputou 13 partidas e marcou três gols. Já na Copa do Nordeste, o volante atuou quatro vezes e balançou as redes duas vezes. O atleta cearense chega ao Leão para repor as saídas de Walfrido, que foi para o Ituano, e Guto, que acertou com o próprio Botafogo-PB.

O jogador já se apresentou nesta terça, no Pici, e iniciou a pré-temporada junto com 14 jogadores oriundos das categorias de base, que começaram a trabalhar na última segunda-feira (8).

Na última segunda, a nova diretoria tricolor anunciou a renovação do contrato do volante Corrêa, que se apresentará na próxima segunda-feira (15), quando o técnico Marcelo Chamusca e o restante do elenco também iniciarão os trabalhos.

Fonte: Diário do Nordeste



No Ceará, mais de 20 mil ficam retidos em malha fiscal

A Receita Federal divulgou nesta terça-feira (9) o resultado consolidado do processamento dos lotes de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2014, revelando um total de 937.939 declarações retidas em malha fiscal. No Ceará, esse número é de 20.665, sendo 16.781 apenas em Fortaleza. Dos mais de 900 mil contribuintes que caíram na malha fina 740.760 são referentes a declarações com imposto a restituir; 174.301 declarações com imposto a pagar; e 22.878 declarações sem saldo de imposto a pagar ou a restituir.
O maior motivo de retenção em malha foi omissão de rendimentos, presente em 52% das retenções. Isso acontence quando o valor do rendimento declarado na Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (DIRPF) é menor do que o informado pela fonte pagadora em Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf). 
Em segundo lugar estão as despesas médicas, respondendo por 20% das retenções. 
Em terceiro lugar, com 10% das retenções, está a ausência de Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf), que ocorre quando a pessoa física declara um valor de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), mas quem pagou o rendimento não apresenta a Dirf, ou apresenta a Declaração sem informar aquela pessoa física como beneficiário de pagamentos com retenção do IR na fonte. 
O contribuinte pode consultar a situação da Declaração apresentada por meio do serviço Extrato do Processamento da DIRPF, disponível na página da Receita Federal da Internet. O serviço é acessível por certificado digital válido ou código de acesso, que pode ser gerado seguindo instruções na própria página. 
É muito importante verificar se existem Pendências na Declaração. O contribuinte deve ler com atenção a pendência apontada, e as seções "O que verificar?" e "O que fazer?", apresentadas para cada pendência encontrada na Declaração. 
Constatando erros na Declaração apresentada, o contribuinte pode corrigi-los por meio de uma Declaração retificadora. Se não houver erro na Declaração apresentada, e o contribuinte tiver todos os documentos que possam comprovar os valores declarados, apontados como pendências, pode agendar uma data para comparecer à RFB e apresentar a documentação.
O agendamento para DIRPF exercício 2014 começa a partir de dois de janeiro.
Fonte: Diário do Nordeste