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23 de novembro de 2017

MPF denuncia oito advogados e três desembargadores por corrupção





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01:00 · 23.11.2017 por Messias Borges/Emanoela Campelo de Melo - Repórteres

Os desembargadores Sérgia Maria Mendonça Miranda, Francisco Pedrosa Teixeira e Váldsen da Silva Alves Pereira, oito advogados e mais três pessoas foram denunciados pelo crime de corrupção (ativa ou passiva), pelo Ministério Público Federal (MPF) do Distrito Federal, acusados de participarem de um esquema criminoso de venda de liminares nos plantões do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE).

A denúncia foi elaborada pelo vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia, em 10 de novembro último, e foi remetida ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde se encontra na Coordenadoria da Corte Especial - colegiado que avalia acusações a pessoas que têm foro privilegiado - sob relatoria do ministro Herman Benjamin, para ser acatada ou negada.

Além dos desembargadores, o MPF denunciou os advogados Cláudia Adrienne Sampaio de Oliveira, Michel Sampaio Coutinho, Carlos Eduardo Miranda Melo, Jéssica Simão Albuquerque Melo, Mauro Júnior Rios, Adailton Freire Campelo, Marcos Paulo de Oliveira Sá e José Joaquim Mateus Pereira; o empresário Frankraley Oliveira Gomes, que era namorado da desembargadora Sérgia Miranda; o gerente operacional Paulo Fernando Mendonça; e a dona de casa Emília Maria Castelo Lira, mulher do desembargador Francisco Pedrosa.

Caso a peça acusatória seja aceita pela Justiça, os acusados viram réus na ação penal, o que não seria inédito para os advogados Michel Coutinho, Mauro Rios e Marcos Sá, que já são réus em outro processo referente à venda de liminares.

Esquema

A denúncia do MPF se baseou no inquérito da Polícia Federal (PF) originado a partir da Operação "Expresso 150", deflagrada em 15 de junho de 2015. Os investigadores descobriram o esquema criminoso de venda de habeas corpus nos plantões do TJCE, envolvendo desembargadores, advogados e presos, enquanto apuravam crimes cometidos por uma quadrilha especializada no tráfico de drogas.

Conversas telefônicas que foram interceptadas pela PF na Operação "Cardume" revelaram detalhes do esquema, como os valores a serem pagos por uma decisão do Tribunal de Justiça - que chegavam a R$ 150 mil -, a organização da quadrilha para definir os detentos que seriam beneficiados, o esforço dos envolvidos para arrecadar o dinheiro que seria utilizado na negociação e a cobrança do pagamento entre eles.

Inicialmente, a investigação apontou para os advogados Michel Sampaio Coutinho, Carlos Eduardo Miranda de Melo e Mauro Júnior Rios como responsáveis por articular a venda de alvarás com os desembargadores. Os pedidos de habeas corpus eram impetrados geralmente por advogados recém-formados, nos plantões de fins de semana do TJCE, e eram deferidos pelos magistrados.

Divisão

A reportagem apurou que a denúncia do MPF dividiu os acusados em três núcleos, referentes aos magistrados. Segundo a denúncia do órgão ministerial, no núcleo da desembargadora Sérgia Maria Miranda, o seu então namorado, empresário Frankraley Gomes, a ajudava a negociar a venda de liminares com os advogados Michel Coutinho, Carlos Eduardo Melo e Mauro Rios. A advogada Jéssica Melo, esposa de Coutinho, era uma das profissionais aliciadas para impetrar o pedido de habeas corpus no TJCE - pelo menos outros dois advogados tiveram o nome utilizado para esse trabalho, mas não foram denunciados, de acordo com o MPF.

No plantão do dia 17 de novembro de 2012, o grupo conseguiu duas liminares negociadas com Sérgia Miranda. No plantão de 26 de maio de 2013, mais duas decisões favoráveis aos advogados. E no plantão de 23 de dezembro de 2013, outras duas liminares. Estas datas e estes fatos são elencados na denúncia.

Segundo ainda o MPF, a desembargadora Sérgia Miranda ainda é acusada de determinar o pagamento de R$ 1.119.932,01 pela massa falida da empresa Sociedade Imobiliária e Construtora Ltda. (Simcol), mediante a promessa do gerente operacional Paulo Fernando Mendonça, com o apoio da advogada Cláudia Adrienne de Oliveira, de pagar mais de R$ 217 mil à magistrada e ao então namorado dela, Frankraley Gomes.

No núcleo do desembargador Francisco Pedrosa Teixeira, a sua companheira Emília Maria Lira intermediava a negociação dos habeas corpus principalmente com o advogado Michel Coutinho, de acordo com a peça acusatória. As investigações indicaram que os advogados Adaílton Campelo, Marcos Paulo de Oliveira e Jéssica Melo impetravam os pedidos no Tribunal de Justiça do Ceará.

Conforme o MPF, Emília Maria tinha acesso livre ao gabinete do seu companheiro, nos plantões, mesmo não tendo nenhum vínculo empregatício com o TJCE, o que facilitava as decisões favoráveis ao esquema criminoso, de acordo com a denúncia. O desembargador Francisco Pedrosa teria concedido um habeas corpus no plantão do dia 10 de setembro de 2013 e outro em 15 de dezembro do mesmo ano.

No núcleo do desembargador aposentado Váldsen Pereira, a investigação da PF identificou que o magistrado recebeu R$ 107 mil do advogado José Joaquim Pereira para proferir decisões em processos envolvendo o concurso da Polícia Militar do Ceará, entre 2011 e 2012.

Os três desembargadores, o empresário Frankraley Gomes, o gerente operacional Paulo Mendonça e a dona de casa Emilia Lira foram denunciados pelo crime de corrupção passiva. Já os oito advogados foram denunciados por corrupção ativa. As duas práticas criminosas preveem pena de dois a 12 anos de reclusão e multa. A reportagem procurou o MPF do Distrito Federal para comentar as acusações, mas a assessoria de imprensa do órgão informou que os procuradores não iriam conceder entrevista sobre a denúncia.

Defesas

Também foram procuradas todas as defesas dos réus presentes na denúncia do Ministério Público Federal. O advogado Paulo Quezado, que representa o desembargador Francisco Pedrosa e a mulher dele, Emília Maria, afirmou já ter feito leitura do documento e disse entender que "os fatos são inexistentes. Eles não têm responsabilidade e será aguardada a defesa preliminar para rebater item a item".

O advogado acusado José Joaquim Mateus Pereira conversou com a reportagem e afirmou que não tem envolvimento com a venda de liminares nos plantões do TJCE. Pereira lembrou que a Polícia Federal esteve na sua residência há um ano e, depois disso, não foi mais procurado pela Justiça para prestar nenhum esclarecimento.

"Não autorizei a transferência de nenhum valor. Nunca, na minha vida enquanto advogado, fiz petição criminal. Não tenho nenhuma participação na transferência de valor. Eu não tenho conhecimento dessa denúncia do MPF. Quem não deve não teme", acrescentou Joaquim.

Já a defesa do advogado Carlos Eduardo Miranda Melo atendeu a ligação e optou por não se manifestar, afirmando que "esse processo ainda está em fase embrionária". Eduardo Miranda também respondeu à reportagem lembrando que não foi comunicado oficialmente a respeito do documento do MPF.

As defesas dos réus Sérgia Miranda, Váldsen da Silva Alves Pereira, Frankraley Gomes, Michel Sampaio Coutinho, Jéssica Simão Albuquerque Melo, Mauro Júnior Rios, Marcos Paulo de Oliveira Sá, Cláudia Adrienne Sampaio de Oliveira, Paulo Fernando Mendonça e Adailton Freire Campelo também foram procuradas, mas não atenderam as ligações, nem retornaram.

Nova investigação

O vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia, também requereu, no último dia 10 de novembro, a instauração de um novo inquérito policial para apurar negociação de liminares pela desembargadora Sérgia Miranda na desapropriação de um terreno no valor superior a R$ 18 milhões.

Em contrapartida, o vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia, que ofereceu a denúncia contra a magistrada e mais 13 acusados, requereu o arquivamento de vários fatos suspeitos relacionados à desembargadora Sérgia Miranda e citados na investigação da PF. Entre eles estão tratativas com um juiz federal, com um desembargador federal e com um empresário, que pediam a agilização de decisões sobre processos do interesse deles.

A suspeita da Polícia Federal durante as investigações da "Expresso 150" era de que a desembargadora teria cometido os crimes de prevaricação, advocacia administrativa e corrupção passiva privilegiada, nesses casos. Entretanto, o representante do Ministério Público Federal entendeu que os crimes apontados pela PF já prescreveram. Conforme o MPF, o prazo de prescrição para prevaricação e corrupção passiva privilegiada é de quatro anos e para advocacia administrativa, de três anos.

Fique por dentro

Magistrados e juízes foram afastados do TJ

Em junho de 2015, o desembargador Carlos Feitosa foi afastado das suas funções por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e conduzido coercitivamente para prestar esclarecimentos sobre a suposta venda das liminares. Policiais estiveram no gabinete do magistrado e realizaram apreensão de documentos. Sérgia Miranda e Francisco Pedrosa também estão afastados dos cargos.

Outros desembargadores suspeitos de venderem liminares nos plantões do TJCE são Valdsen da Silva Alves Pereira e Paulo Camelo Timbó. Como os dois se aposentaram, houve declínio de competência para a Justiça de 1º grau do Ceará.

Dois juízes também viraram alvos das investigações nas últimas diligências da PF, em junho deste ano. Onildo Antônio Pereira da Silva e José Edmilson de Oliveira já foram afastados das funções no Tribunal de Justiça e pediram a aposentadoria voluntária, com provento proporcional ao tempo de serviço prestado.

Red; DN


Preso trio que se vestia de segurança particular para roubar casas lotéricas





Os homens entravam fardados nos estabelecimentos, pegavam os malotes com dinheiro e tomavam rumo desconhecido; um quarto integrante do grupo ainda é procurado

   Três homens suspeitos de realizarem roubos a casas lotéricas e outros estabelecimentos foram presos na última quarta-feira (22), no bairro Siqueira. A operação, em conjunto entre a Polícia Militar e a Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), continua em busca de outro suspeito, que evadiu-se durante a abordagem.

Segundo o major Hideraldo Bellini, comandante da 1ª Cia do 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM), os policiais seguiram o grupo da Av. Santos Dumont até a residência de um deles, quando foram abordados. Durante a ação, não houve confronto.

De acordo com informações do delegado adjunto da DRF, Osmar Berto, Francisco Maurício Souza dos Santos, Luiz Carlos Freitas da Silva e Rodolfo Almeida dos Santos, o modus operandi do grupo funcionava do seguinte modo: ao chegarem nos estabelecimentos, o grupo se apresentava como funcionários de uma empresa particular de segurança e alegavam ter estacionado o carro-forte um pouco distante do local, por falta de vagas de estacionamento. Ao recolherem os malotes, os homens tomavam rumo desconhecido.

Junto com o grupo, foram apreendidos um revólver calibre .38, munições e réplicas de fardamentos da empresa de segurança que o trio supostamente utilizava durante as ações.

 Red; DN


PF investiga golpe de pastores evangélicos em fiéis


PF investiga golpe de pastores evangélicos em fiéis

Grupo prometia lucros estratosféricos às vítimas em negócios fictícios envolvendo ouro "do tempo do Império" e antigas "letras do Tesouro Nacional"

   A Polícia Federal identificou a atuação de pastores evangélicos para beneficiar uma organização criminosa investigada por golpes milionários que atingiram pelo menos 25 mil pessoas em todo o País. A Operação Ouro de Ofir foi deflagrada na terça-feira (21), contra grupo que prometia lucros estratosféricos às vítimas em negócios fictícios envolvendo ouro "do tempo do Império" e antigas "letras do Tesouro Nacional".

Sidiney dos Anjos Peró, alvo de prisão temporária, é apontado com um dos líderes e responsável por arregimentar pastores com o fim de ludibriar e tirar dinheiro dos fiéis.

"A característica principal da fraude está em atingir a fé das pessoas e na sua crença em um enriquecimento rápido e legítimo, levando-as a crer, inclusive, que tal mecanismo seria um 'presente de Deus aos fiéis', ou seja, trazendo a fé religiosa para o centro da fraude. A maneira mais prática de explicar isso talvez seja a crença de que contra a fé não há fatos nem argumentos. Muitas vítimas não estão interessadas em entender, pensar ou se informar - só estão interessadas em acreditar. E é exatamente neste ponto que a fraude tomou proporções inimagináveis e ganhou território nos mais diversos Estados da Federação", afirma o delegado Guilherme Guimarães Farias, em relatório.

Segundo o inquérito, diversas narrativas foram inventadas pela suposta organização criminosa para ludibriar as vítimas. No entanto, apenas os crimes cometidos por intermédio de duas histórias são alvo da ação deflagrada nesta terça-feira.

Uma delas se refere a uma família de Campo Grande (MS) detentora dos lucros sobre a venda de centenas de toneladas de ouro do tempo do Brasil Imperial (1822-1889), mas, para repatriar os valores obtidos com os lucros, alega ter um acordo com uma "Corte Internacional", que coloca uma condição: 40% do montante que receberiam os herdeiros no Brasil teriam de ser doados a terceiros.

Em outro golpe, as vítimas davam valores em troca de uma comissão sobre a "recuperação de antigas letras do Tesouro Nacional". O esquema era o mesmo: em troca de quantias de, no mínimo, R$ 1 mil, eram prometidos às vítimas grandes lucros. Em ambos os casos, as pessoas nunca receberam o que foi prometido. Há quem já tenha dado mais de R$ 20 mil ao grupo.

De acordo com a Polícia Federal, abaixo dos mentores dos esquemas, estão "corretores", que ficam a cargo de cooptar vítimas e inseri-las em grupos nas redes sociais, e escriturários, que fraudavam documentos.

Em representação à Justiça Federal do Mato Grosso do Sul, a Polícia Federal dá conta de que, "fazendo uso de grupos em redes sociais, como Facebook e, principalmente, Whatsapp, onde vários grupos foram criados com o objetivo de transmitir informações sobre as 'operações', os chamados 'corretores', 'líderes' ou apenas encarregados, postam informações e áudios, bem como os próprios 'investidores', por vezes, se manifestam"

"Assim, todos ficam emaranhados em informações falsas, contraditórias e, por vezes, motivacional. São comuns as mensagens do tipo: 'vocês tem que acreditar'; 'vocês foram os escolhidos'; 'aguardem que a bênção virá", tudo como forma de manipulação mental e técnicas aparentemente programada de PNL (Programação Neurolinguística) e Controle da Mente, para despertar a cobiça e a esperança, sempre renovada a cada semana, de se receber milhões de reais", dizem os investigadores.

Um dos golpes tem como mentor Sidiney dos Anjos Peró, conhecido pelas vítimas como "‘Dr. Peró". Ele se diz Juiz, mas apenas possui uma carteira de identificação de Juiz Arbitral do Tribunal de Justiça Arbitral Brasileiro.

"Juiz arbitral é um cargo que não existe. Um árbitro existe em Câmaras de negociação, não é um cargo público. O que eles queriam era status", afirma o delegado Guilherme Guimarães Farias, que conduz as investigações.

O delegado afirma, em representação à Justiça, que "além dos símbolos usados por Peró, que remetem à fé cristã, como a Estrela de Davi e a Arca da Aliança", Sidiney "arregimenta pastores evangélicos, possivelmente como corretores, para vender 'aportes' de sua operação a fiéis das respectivas igrejas evangélicas onde referidos pastores agem também de forma criminosa, seja vendendo 'aportes' ou mesmo divulgando e estimulando uma operação ilegal". "Vários pastores são citados nos grupos, dos mais diversos estados brasileiros", relata.

A PF ainda afirma que "Sidinei dos Anjos Peró está sendo alvo de uma investigação na Policia Civil de Primavera do Leste/MT, juntamente com Gleison França do Rosário, que tudo indica, teria sido seu 'corretor' na região citada, fato este ocorrido dentro de uma igreja evangélica, inclusive com a participação do pastor responsável pela instituição religiosa’.

O nome da operação faz referência a uma passagem Bíblica, na qual o ouro da cidade de Ofir era finíssimo, puro e raro, sendo o mais precioso metal da época. Ofir nunca foi localizada e nem o metal precioso dela oriundo.

Defesa

A defesa de Sidiney dos Anjos Peró não foi localizada pela reportagem. O espaço está aberto para manifestação.

Red; DN


Eunício Oliveira e Camilo Santana estarão presentes na assinatura da Ordem de Serviço do Hospital Regional



Na manhã de hoje, dia 23 de Novembro de 2017, o senador Eunício Oliveira foi entrevistado no Programa Ceará News que é retransmitido pela Rádio Educadora Jaguaribana.

Na entrevista o Senador anunciou que no dia 01 de Dezembro de 2017, estará em Limoeiro do Norte ao lado do Prefeito de Limoeiro do Norte, Dr. José Maria Lucena e do Governador Camilo Santana para assinar a Ordem de Serviço do Hospital Regional e de uma adutora no valor aproximado de 40 milhões.

Blog Erivando Lima


*RUSSAS-CE* *ACIDENTE DE TRÂNSITO* colisão entre três veículos


O fato aconteceu na Avenida Don Lino próximo a prefeitura, após uma manobra errada que acabou atingindo um veículo *hb20 branco de placas hb 8202*. Uma *kombi Osb 9936*, (a kombi rodou na avenida dom Lino) e um palio de placa hum 6573 de Aquiraz. Ao qual o Motorista fugiu do local.
*Forte impacto .* Placa do palio sacou fora. Deixando a prova do crime. Motorista empreendeu fulga.
Somente danos materiais 

Polícia a procura do motorista. 👮🏻🚔
SMD

Blog Erivando Lima / GIRO DE NOTÍCIAS. JORNAL DO VALE


Dois ex-vereadores são condenados por irregularidades no Município de Russas


TJCE


O juiz Abraão Tiago Costa e Melo, da 2ª Vara de Russas, condenou, nesta quarta-feira (22/11), os ex-vereadores Marcos Estácio e Aécio Paixão pela contratação de funcionários fantasmas e realização de empréstimos consignados fraudulentos. Eles foram sentenciados, respectivamente, a sete e a cinco anos e três meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de peculato em continuidade delitiva. Natália Lins, companheira de Marcos, também foi condenada a três anos e nove meses, no regime aberto, por envolvimento nos crimes.
O magistrado destacou na decisão que as provas testemunhais e documentais contidas nos autos indicam que os acusados se apropriaram, entre 2015 e 2016, dos salários pagos a assessores fantasmas lotados em seus gabinetes. “Restou comprovado nos autos que os réus Marcos Aurélio Ferreira Estácio e Aécio Mendes Ribeiro, valendo-se da qualidade de vereadores, se apropriaram, em proveito próprio, de dinheiro da Câmara Municipal de Russas disponibilizado aos denunciados para pagamento dos servidores de seus gabinetes, e que a ré Natália Lins participou materialmente (intermediando junto aos assessores fantasmas a realização dos empréstimos fraudulentos e sacando seus salários) e contribuiu decisivamente para a prática do crime praticado pelo seu companheiro, o ora réu Marcos, pelo que se impõe o julgamento procedente do pedido formulado na denúncia”, explicou.
Segundo denúncia apresentada pelo Ministério Público do Ceará (MPCE), os ex-parlamentares se apropriavam dos salários de assessores fantasmas e simulavam a realização de empréstimos consignados. Os valores ficavam na posse dos acusados, sendo as prestações pagas à instituição bancária pelos supostos salários dos funcionários. Os crimes também teriam a participação de Natália Lins, chefe de gabinete do companheiro, à época a Presidência da Câmara.
Após a apresentação da denúncia, em fevereiro de 2016, o juiz determinou a suspensão imediata do exercício dos cargos públicos dos réus, a proibição de frequentarem a Câmara de Russas e manter contato com testemunhas. Ainda durante o desenrolar do processo, foram autorizadas as quebras de sigilo bancário e de dados telefônicos, e interceptação telefônica.
Em juízo, os três negaram as acusações de terem recebido valores de empréstimo e salários relacionados aos seus cargos.
Ao julgar o caso, o juiz entendeu que os ex-parlamentares agiram com culpabilidade reprovável, pois, tendo praticado o crime no exercício do cargo de vereador, quebraram o dever legal de bem representar os anseios da população e de quem se esperaria uma conduta em consonância com as funções que exerciam, ligadas, entre outros, ao controle e à repressão de atos contrários à Administração e ao patrimônio público, distancia-se, em termos de culpabilidade, da regra geral de moralidade e probidade administrativa imposta a todos os funcionários públicos.
O magistrado substituiu a pena de prisão de Natália Lins por restritivas de direitos, nas modalidades de prestação de serviço à comunidade, em entidade a ser designada pelo Juízo da Execução Penal, e proibição temporária de exercício de cargo, função ou atividade pública, pelo tempo de pena. Eles poderão recorrer da decisão em liberdade.

Fonte: TJCE


JAGUARUANA-CE ACIDENTE DE TRÂNSITO COM VITIMA FATAL


Ontem dia 22/11/2017 por volta das 17h30 min na comunidade de São Jose do Lagamar, zona rural de Jaguaruana-CE, ocorreu um acidente de transito envolvendo o veículo F-4000 de cor branca, ano 1996, de placa HVD -0722, que era conduzido por FRANCISCO ROGÉRIO DE OLIVEIRA JUNIOR 23 anos,  natural de Jaguaruana-CE, residente no São José  do Lagamar, Jaguaruana-CE) e a moto Honda CG 125 Fan de cor preta, ano 2006, de placa HXY-7792, que era conduzida por ADRIANO DOS SANTOS BESERRA, natural de Aracati-CE, residente no  São João do Lagamar, zona rural de Jaguaruana-CE). Informações dão conta que ADRIANO seguia na contramão de direção quando colidiu contra o veiculo F-4000, vindo o condutor da moto a óbito no local do acidente. PM’s  na CP-1541, compareceram o local e adotaram os devidos procedimentos. 

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PEREIRO-CE HOMICIDIO A BALA


Ontem 22/11/2017, por volta de 13h, foi informado via 190 a  polícia de Pereiro-CE, que havia acontecido um homicídio na Rua brisa do lago, s/n, bairro: Centro, onde dois indivíduos de capacete com características não informadas em uma moto não identificada efetuaram vários disparos  a pessoa de Paulo Ricardo da Silva, residente na rua brisa do lago, s/n, bairro: centro,30 anos, foi lesionado por vários disparos vindo a óbito no local. De pronto as composições das CP 1313 composta pelos  PMs, se deslocaram para o local no intuito de colher informações do fato. As diligencias continuam no intuito de localizar os acusados. 

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QUIXERÉ-CE ACIDENTE DE TRANSITO (COLISÃO) COM VITIMAS LESIONADAS


Ontem dia 22/11/2017(Quarta-feira), por volta das 12h50min, populares ligaram para o destacamento de Quixeré-CE, dando conta de um acidente de transito(colisão) na CE 377 próximo a fazenda de fruticultura Del Monte, zona rural de Quixeré-CE. Os veículos envolvidos são uma carreta Volvo/NL 12 360 4X2T EDC, cor vermelha, Ano/Mod. 98/99 de placas cavalinho; HUY-0742/ CE, e da carroceria PMA-2570 randon, cor preta ano/mod. 14/15, a qual vinha sendo conduzida pela pessoa de Roberto da Cunha Araujo, 41 anos, motorista, residente Fortaleza CE, na trav. 23 de junho bairro granja Portugal, devidamente habilitado nas cat. AE apenas danos materiais no veiculo. Ja  o segundo veiculo trata-se do caminhão Mercedez Benz 1513, cor vermelho, ano/mod.82 de placas HQR-1777, o qual era conduzido por Francisco Edmar da Silva Lima, 45 anos, natural de Morada Nova,  O qual sofreu Provável fratura em uma das mãos e varias escoriações pelo corpo, pois ficou presa as ferragem, sendo necessário o apoio do corpo de bombeiros para auxiliar no resgate. Também estavam no caminhão Francisco Juciêr Melo Sousa, 47 anos, natural de Quixeré, Henrique de Sousa, 18 anos, o qual sofreu ferimentos de natureza leve, sendo ambos socorridos por populares e pelo Samu, para os hospitais de Limoeiro do Norte-CE. E a pessoas de João Batista de Sousa,  33 anos, natural de Quixeré CE, que sofreu uma fratura no braço esquerdo e foi socorrido ao hospital de Russas CE. A equipe de policiais que atendeu esta ocorrência, foram os da CP- 1174 composta pelo  Os quais deram apoio as equipes que fizeram o socorro e resgate das vitimas.

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