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4 de setembro de 2016

Acidente envolvendo moto deixa duas pessoas feridas no centro de Russas


Idoso de 74 anos é atropelado por moto na Avenida Coronel Araújo Lima, centro de Russas. 

O acidente foi registrado por volta das 10h20, desse sábado (03), e de acordo com populares, O motociclista, de nome Antonio Barros de Oliveira, natural de Iguatu (CE), na qual pilotava uma motocicleta Honda NXR 150 BROS, cor preta, placa NUO-9906, trafegava pela via, quando ao tentar desviar de um veículo, veio a atropelar o aposentado Manoel Armando Maia, natural de Jaguaribe-CE. 

No acidente, o piloto da moto sofreu uma fratura no tornozelo esquerdo, e o aposentado com escoriações no braço esquerdo, ambos foram socorridos para o hospital local.

Com Informações do 1ºBPM

Motos roubadas são recuperadas pela PM em Russas

Motos tomadas de assalto são recuperadas pela Polícia Militar na tarde deste sábado (03), na zona rural de Russas.

A PM realizou, por volta das 13h30, a apreensão de uma moto Honda XRE 300, cor branca, placa PMO-5066, que foi encontrada abandonada na localidade de Sítio Parelhas, zona rural de Russas, constando queixa de roubo no sistema da Polícia. Já por volta das 20h30, na localidade de Alto do Bode, também zona rural de Russas, fora recuperada uma moto Honda CG 150, cor vermelha, de placa OCO-4401, também havia sido roubada. As duas motos recuperadas foram encaminhadas para a DRPC para os procedimentos cabíveis.

Com Informações do 1ºBPM

Show de Caetano em Paris internacionaliza o Fora Temer; assista ao vídeo

O cantor e compositor Caetano Veloso internacionalizou o Fora Temer durante show em Paris, nesta sexta (2), na abertura do festival “Lavagem da Madeleine”.

O público gritava insistentemente Fora Temer levantando cartazes, o que levou Caetano a concordar com a saída do ilegítimo Michel Temer (PMDB).

“Fora Temer, tudo mais”, disse o músico para o delírio dos fãs. “[Fora Temer] Virou um cumprimento entre os brasileiros. É bonito.”, complementou.

Na abertura da Olimpíada do Rio, Caetano deixou-se fotografar com um cartaz Fora Temer minutos antes de se apresentar na cerimônia oficial.

O festival na capital francesa, que ocorre desde 1990, acabou por se transformar num evento político contrário ao golpe de Estado no Brasil.

Com vídeo e informações da AFP

Cristovam Buarque, o que foi sem nunca ter sido

Nunca me permiti confundir ideias com pessoas. Nem desqualificar ideias baseado em viés ideológico. 

Tive um carinho especial por Roberto Campos, por Ernane Galveas, admiração pela inteligência de Delfim Neto, reconhecimento da responsabilidade pública de Camilo Pena, Dias Leite, Reis Velloso e outros ministros da ditadura, sem deixar de criticar a ditadura. 

Nos anos 90, cheguei até a elogiar Olavo de Carvalho e ir a Curitiba para uma palestra em um evento que ele organizou, nos tempos em que sua voz era minoria: apesar de discordar de suas posições, reconhecia sua coragem de remar contra a maré. E quase chegamos a um acordo de que o Banco Central era uma invenção das esquerdas para liquidar com o capitalismo brasileiro. 

Por outro lado, tenho uma alergia invencível à mediocridade e ao oportunismo. Mas tenho evitado fulanizar as críticas, por saber que é trocar o efeito pela causa. Nesse enorme besteirol que cercou o impeachment, até me segurei quando vi a notável colunista política dizer que o fatiamento do julgamento pelo Senado iria instaurar a insegurança jurídica no país. A idade está me fazendo mais contido. 

Faço essa enorme digressão para me desculpar do que se segue, romper com minhas promessas e implicâncias e fulanizar: o senador Cristovam Buarque representa o que de mais oportunista e medíocre uma falsa concepção de esquerda trouxe ao país. Sempre foi a prova maior da falta de discernimento das esquerdas; e se seu novo discurso pegar, será a confirmação da falta de discernimento da direita. É um desaforo à inteligência, à coerência e à seriedade política! 

Sempre foi raso como um pires. Seu esquerdismo era o que de mais anacrônico a esquerda brasileira exibia nos anos 90. No governo do Distrito Federal, proibiu o uso da palavra “qualidade”, por se tratar de “conceito neoliberal”. 

No Ministério da Educação foi um blefe. Não implementou uma política sequer. Escudou-se no padrão Paulo Renato de inação, e definiu como único foco o ensino fundamental, para não ter que enfrentar o desafio do ensino universitário. 

Foi demitido por não ter colocado um programa de pé. Repito: não colocou nenhum programa de pé. Após sua saída, Fernando Haddad – como Secretário Executivo e, depois, como Ministro – montou o Reuni, o Prouni, o exame do Enem, a educação inclusiva, o Fundeb. Com esse universo para ser desbastado, Cristovam não ousou um programa sequer. E saiu com fama de educador, apenas por se apresentar como candidato da educação. 

Teve eleitores curiosos, como Pedro Malan, meramente por ser considerado um petista civilizado, que conversava com todo mundo, citava alguns autores e se comportava bem à mesa. Confundiam educação social com educação política, currículo com conhecimento. Na época, Vicentinho podia não entender o jogo de talheres em banquete, mas estava anos-luz à frente de Cristovam no quesito modernidade. 

Em meados dos anos 90, nos ensaios de modernização do pensamento do PT estavam Aloizio Mercadante, Guido Mantega, Eduardo Suplicy, Luiz Gushiken, José Dirceu, sindicalistas como Vicentinho e outros. Nunca se ouviu a menor contribuição de Cristovam. 

Lembro-me de um primeiro contato com ele, no Instituto Cidadania, em uma rodada para o qual fui convidado por Lula, junto com o Clóvis Rossi e o Elio Gaspari. Passamos uma manha inteira discutindo diversos temas. De Cristovam só percebi movimentos de cabeça, sempre consentindo, nunca refutando – pois o ato de refutar exige argumentação. 

Seu artigo em O Globo de hoje – “O impeachment incompleto” (http://migre.me/uToZN) - é um desaforo para quem se apresenta como “professor emérito da UnB”. Foi copiado do Rodrigo Constantino ou de Roberto Freire. O artigo é uma fraude! 

Cristovam cria um estereótipo de esquerda, que nada tem a ver com os governos Lula e Dilma, para poder desancar recorrendo aos argumentos de um Constantino e de outros gênios do senso comum e dos slogans furados. 

Há inúmeras críticas consistentes a serem feitas aos dois governos. Mas o mínimo que se exige é a compreensão de sua verdadeira natureza 

No momento em que a grande discussão global é sobre o fracasso do neoliberalismo, com a crise de 2008, Cristovam Constantino mergulha, nos discursos dos anos 90, nos quais eram criticados os conceitos primários que ele, Cristgovam, advogava no GDF, e transporta para uma realidade totalmente diversa. 

Diz ele que não basta o impeachment: 

O impeachment só se justificará plenamente se servir para levar as forças progressistas na direção de sua atualização em relação às novas realidades e aos novos sonhos no mundo. 

Precisamos fazer o impeachment do modelo que ficou arcaico: não percebeu as mudanças que ocorrem no mundo. 

Pela introdução, aguarda-se a descrição das “mudanças que ocorrem no mundo”. 

Primeiro, Cristovam defende o eficientismo, em um momento em que o mundo discute o Estado de bem estar social, a ecologia, o combate à miséria e as esquerdas discutem a reconstrução da socialdemocracia. 

A sociedade justa depende de uma economia eficiente; isto exige respeitar os limites fiscais e entender que a propriedade privada dos meios de produção e o mercado dinamizam a economia, criando os recursos a serem aplicados na sociedade. 

Diz isso a respeito de um governo que incentivou as hidrelétricas na Amazônia, que lançou diversos programas industriais, que lançou os planos TI Maior e outros. A única coisa que não se pode acusar o governo Dilma é de não ter perseguido uma economia eficiente. Se tivesse competência, Cristovam faria uma crítica desses planos e as razões do fracasso. Como não é, cria um estereótipo (o governo que é contra a propriedade privada) e enfia nele o argumento à martelada. 

Depois da apologia da eficiência, rebate o eficientismo, para não perder outros slogans que anotou no seu caderninho: 

Entender que não é mais o crescimento econômico e a distribuição de seu produto e renda que fazem o mundo melhor, mas a elevação do bem-estar social, em equilíbrio ecológico. 

O artigo todo é isso, uma miscelânea de conceitos soltos, sem nenhuma costura lógica. Vai jogando slogans e quem quiser que pegue um pedaço e leve para casa. Por exemplo: o que ele quer dizer com esse mixórdia palavrória? 

O governo substituto pode não fazer as reformas que os 13 anos de governo de esquerda não fizeram, mas poderá permitir a estabilidade e o diálogo necessários para a travessia em que uma nova esquerda vá se formando; o que seria difícil com o mesmo modelo arcaico no poder, impedindo o avanço conceitual e contaminando a moral das esquerdas e comprometendo ainda mais o funcionamento de uma economia eficiente. 

E usa e abusa o conceito da ética, como se tivesse entrado na lama e saído sem respingos. Leia-se o que dele escreveu seu marqueteiro Luiz Fernando Emediato (http://migre.me/uTpzB)

Cristovam lembra o título de uma peça de teatro famosa, de 1946, de Jean Paul Sartre. Ou umacomedia dell’arte de Carlo Galdoni. O personagem Cristovam, enfim, é eterno. 

Por Maria Silva 

Claudio Moura e Castro, um tucano notório (?) que escrevia (?) na Veja, atacou impiedosamente a gestão de Cristovam Golpista Buarque no MEC, por causa da sua recusa em implantar um indice de avaliação da educação basica. 

O golpista dizia que era uma proposta "neo liberal". Covarde e oportunista como só ele, jogava pra plateia de sabujos do corporativismo sindical docente, que ele acreditava ser sua "base" de apoio politico no MEC. 

Após sua merecida demissão, Haddad lança então o IDEB e a Prova Brasil, que davam sustenção e fundamentação às politicas publicas de melhoria na qualidade do ensino. Haddad também criou e implantou o Plano de Ação Articulada para auxiliar estados e municipios na questão do planejamento educacional e liberação de recursos do governo

Papa Francisco pede que rezem pelo Brasil e não sabe se voltará em 2017

O papa Francisco disse não saber mais "se será possível visitar o Brasil em 2017", já que o país "passa por um momento triste". A mensagem foi dada durante evento de inauguração de uma estátua de bronze da Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil., nos jardins do Vaticano, na manhã deste sábado (03).

O papa esteve no país em 2013, presenciando a Jornada Mundial da Juventude, quando cogitou a possibilidade de retornar no ano que vem.

"Estou contente de que a imagem de Nossa Senhora Aparecida esteja aqui nos jardins. Em 2013, havia prometido retornar ao Brasil. Não sei se será possível, mas, pelo menos, agora estou mais perto dela (da santa) aqui", afirmou.


Ainda, pediu que as pessoas rezem "para que Nossa Senhora Aparecida continue protegendo todo o Brasil, todo o povo brasileiro, neste momento triste".

No mês passado o papa Francisco escreveu uma carta de apoio à ex-presidente Dilma Rousseff, ainda que não fosse divulgado o conteúdo da comunicação.

Jornal GGN