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19 de abril de 2015

Tentativa de Homicídio em Russas

Por volta das 21; 20 hás próxima a sede do DETRAN foi vitima de uma tentativa à bala Antônio Ivan Paulo da Silva natural de Quixadá E; Presidiário.  Segundo informações repassadas a policia foram, quatro disparo de arma de fogo o mesmo foi socorrido pela equipe do Samú para o Hospital de Russas e logo em seguida para Fortaleza.

Erivando Lima Reporte.




PM apreende adolescente em Jaguaribe, envolvido em duplo homicídio ocorrido em Tabuleiro do Norte.


PM apreende adolescente em Jaguaribe, envolvido em duplo homicídio ocorrido em Tabuleiro do Norte.

Com a apreensão do adolescente, outros nomes foram identificados com participação direta no crime que vitimou dois irmãos na madrugada da última sexta-feira.

Neste sábado, dia 18, por volta das 18h, uma operação da PM no município de Jaguaribe, com policiais militares da Cia. de Limoeiro do Norte, sob comando do Cap. PM R. Menezes, com apoio  de PMs da Cia. de Jaguaribe, comandados pelo Cap. PM Mário, chegaram a apreensão de um adolescente de 17 anos, vulgo “Gago”, natural de Jaguaribe – CE e residente na zona rural de Jaguaretama – CE, o qual participou diretamente do duplo homicídio no município de Tabuleiro do Norte, em que foram vítimas, os irmãos: José Osélio De Jesus Evangelista e  José Gildenir Ferreira, crime ocorrido na madrugada da última sexta-feira,  dia 17.04.2015.
O menor infrator, confessou com requintes de detalhes sua participação direta no crime e ainda apontou seus comparsas conhecidos por Vaqueirinho ou Valdênio, Pé de Pano e Gegê, como sendo os demais envolvidos diretamente na ação criminosa, estes que ainda não foram encontrados pela polícia. Um aparelho celular foi apreendido em poder do menor contendo vasto conteúdo probatório da participação do bando no crime.
Outros dois indivíduos foram conduzidos à DPC de Jaguaribe durante a operação, mas em virtude de não terem participado diretamente do crime, foram ouvidos e em seguida liberados.
Todas as informações referentes a esta operação serão encaminhadas ao Delegado de Tabuleiro do Norte – CE, a quem compete a Instrução do competente Inquérito e solicitação das prisões preventivas dos demais envolvidos no crime.

Segundo suspeito de participação na chacina em Sobral é preso neste domingo


Mais um suspeito de participação na chacina em Sobral, que vitimou seis pessoas na última terça-feira (14), foi preso pela Polícia.Antônio Gomes de Sousa, de 35 anos,conhecido como 'Antônio Mourão', foi capturado após ser cercado pela Polícia em um matagal na comunidade de Pesqueiro, em Camocim
Ele se entregou nas primeiras horas deste domingo (19) e foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil de Camocim, seguindo depois para a Delegacia Regional de Sobral para ser ouvido pelo delegado Júnior Vieira
'Antônio Mourão' ´seria diabético e estava há bastante tempo no mato, sem comer e sem beber água. Alegou ainda estar com medo de morrer. A prisão foi realizada pela Polícia Civil dos municípios de Granja e Camocim, com apoio da 3ª Companhia do 3º Batalhão de Polícia Militar de Camocim, sob o comando do major PM Artunane.
Suspeito já responde por outros crimes
Conforme o delegado Herbert Ponte e Silva, o suspeito já responde por receptação, formação de quadrilha e associação ao crime, e estava preso há cerca de seis meses na Cadeia Pública de Jijoca, de onde foi solto no último dia 10 de março. 
Em depoimento informal, 'Baixinho' disse ter sido convidado por dois irmãos, conhecidos por 'Paizim' e 'Roger', naturais de Frecheirinha, para trabalhar com venda de confecção. Ao chegar ao município, teria sido convencido por eles a participar do crime em Aprazível. As mortes seriam para vingar o assassinato de um irmão da dupla, o qual teria sido morto por dívida relacionada ao tráfico de drogas.
Mais dois seguem foragidos
'Paizim' e 'Roger' seguem foragidos, e a Polícia suspeita que eles estejam em Fortaleza. A dupla é prima de José Cleiton Rodrigues, mais conhecido por 'Keké', que foi preso na última sexta-feira (17) em Jijoca de Jericoacoara e encaminhado para Sobral.
'Keké' também cumpria pena na Cadeia Pública de Jijoca, por roubo, até 15 dias atrás, quando foi solto. Conforme a polícia, ele teria planejado, de dentro da unidade prisional, como executaria as pessoas supostamente envolvidas na morte de um primo. Outras duas mulheres também estão sendo investigadas. 
Chacina deixou seis mortos
Quatro pessoas foram encontradas mortas dentro de uma casa, na localidade Pau Dárco, em Aprazível, distrito distante cerca de 25 km de Sobral. Os corpos de duas mulheres também foram achados em um matagal na cidade de Alcântaras, distante 285 km de Fortaleza.
 
As vítimas encontradas na residência foram identificadas como Aureliano da Silva Ribeiro, de 21 anos e natural de Morada Nova; Benedito Gomes da Silva, de 40 anos e natural de Sobral; Antônia Emilly da Silva de 15 anos, de Novo Oriente. A quarta pessoa morta não portava documento. As outras duas mulheres mortas,  Patrícia Farias da Silva e Maria de Jesus Farias, foram levadas da casa na mesma noite, e os corpos foram deixados em outro local.
 
O filho caçula de Patrícia escapou porque estava em uma igreja evangélica. Foi ele quem encontrou os corpos após retornar do culto.
 
Com informações do colaborador Wellington Macedo
fonte DN



Tentativa de suicídio em Quixeré

Neste sábado, dia 18.04.2015, por volta das 10h30min, a Polícia recebeu a informação do Hospital Municipal, que teria dado entrada naquela unidade hospitalar por tentar contra sua própria vida o sr. Antonio Rodrigues Guimarães, 49 anos, natural de Tabuleiro do Norte-CE, residente no bairro Pontal, Quixeré-CE, de imediato os PMs compareceram ao hospital, onde colheram informações de que a vítima teria tentado se enforcar em sua residência, sendo socorrido a tempo por um de seus filhos e levado ao hospital, de onde segundo informações seria posteriormente transferido para Fortaleza CE devido à gravidade que se encontrava.



Menina tem 6 filhos com o próprio Pai e deixa todos revoltados

Há quase três anos, Júlia Pinheiro das Chagas, de 31 anos, foi resgatada pela polícia na comunidade Lago dos Paus, no Rio Gregório (AM). Atualmente ela mora em uma casa alugada com seis filhos, frutos de uma relação incestuosa que manteve por anos com o seu pai, João das Chagas Ribeiro Mourão, de 66 anos. Há dois, ele cumpre a sentença no regime fechado no presídio Manoel Neri, em Cruzeiro do Sul, distante 648 quilômetros da capital acreana. As marcas do passado ainda fazem Júlia chorar.
A dona de casa conta que vive com a ajuda de Aluguel Social, oferecido pela prefeitura da cidade, que abriga ela e os seis filhos. Tímida e com o vocabulário restrito, Júlia relembra a vida que tinha ao lado do pai. “Eu engravidei oito vezes, mas os dois mais velhos morreram. Eu não sabia que era errado, não entendia nada disso. Só percebi que tinha algum problema quando meus filhos começaram a ter deficiência, sabia que eles não eram normais”, conta.Das seis crianças, a que apresenta o estado mais crítico é o filho de 6 anos. Ele não anda devido à uma deficiência motora e também apresenta uma espécie de descamação na pele. Outra filha, uma garotinha de 11 anos, também apresenta dificuldades de relacionamento.

Têm dias que a minha filha passa o dia sem comer, não fala com a gente. Fica pelos cantos, acho que ela tem uma lembrança bem forte de tudo que aconteceu”. Durante a entrevista, a menina não chega a comentar nada. Após conversa com a mãe, ela confessa que não gosta de ir nem mesmo à escola por conta das muitas pessoas que têm que enfrentar. Sobre as lembranças do que viveu com seu pai/avô, ela prefere o silêncio.
Questionada se um dia pretende reencontrar o pai, Júlia diz que tenta aos poucos perdoar o que João fez com ela e com as crianças. “Eu penso em procurá-lo para que ele possa ver as crianças, porque quando ele foi preso, nossos filhos eram todos bem pequenos. Tive muita raiva dele, mas agora estou tentando esquecer. Posso até perdoar, porque quem quer o perdão, perdoa. Mas, às vezes que é difícil falar”, diz emocionada.
A dona de casa relembra que quando vivia com o pai não tinha contato com ninguém, pois João a fazia guardar segredo sobre a vida a dois. “Eu não ia à cidade e ele pedia muito que eu não contasse para ninguém que ele era meu pai”, conta.
Ao G1, a mulher diz que tenta não conversar com os filhos sobre o que aconteceu e acredita que os meninos não sintam saudades do pai que, segundo ela, batia tanto em Júlia como nas crianças. No dia do resgate, em 2012, ela recorda nitidamente como a polícia chegou.
“A gente estava cuidando da farinha e eu estava dentro de casa porque ele tinha acabado de me bater, ele batia muito a minha cabeça na parede da casa”, alega. Ao lado dos seis filhos, Júlia não contém as lágrimas ao ver a foto do pai dentro da cadeia. À reportagem, ela diz que o choro é de raiva e mágoa de tudo o que aconteceu, mas ela repete entre lágrimas que perdoaria João.
Desde o acontecido, Júlia diz que não tem mais contato com a mãe e nem sabe se ela está viva. Segundo ela, a mulher mora em uma comunidade às margens do Rio Tarauacá.
O G1 também tentou encontrar informações sobre a mãe de Júlia, mas foi informado pela Delegacia da Mulher, que presidiu o inquérito que o endereço da mãe de Júlia está registrado como indeterminado.
Ela não é minha filha’
Aos 66 anos, João está há quase 3 dentro do presídio. Durante este período, nenhuma visita ao acusado foi registrada. Por meio de uma autorização da justiça, o G1 entrou no presídio Manoel Neri e ouviu a versão do produtor rural que viveu com a filha entre os anos de 2002 a 2012. Em sua defesa, ele afirma que Júlia não é sua filha de sangue. No entanto, não pediu exame de DNA para provar o que diz. Na certidão de nascimento de Júlia, não há informações sobre a mãe, apenas dados de João. “Eu nasci e me criei na mata, não sabia o que era crime e nem justiça. Eu só vi que tinha errado depois que a polícia bateu nas minhas terras e agora pago pelos meus erros. Mas, ela não é minha filha de sangue, eu que criei, mas a mãe dela me disse que o pai da Júlia é um homem que mora em outra cidade”, defende-se.
Mesmo com a alegação, ele diz que não há documentos que provem que não existe essa ligação sanguínea. Ele apenas confia na palavra da mulher em que era casado. Sobre as agressões contra os filhos e Júlia, ele nega. “Esse crime eu não tenho. Quero que Deus mande um castigo para as minhas mãos caírem se algum dia eu bati em uma daquelas crianças ou nela”, diz.
Hoje, cumprindo uma sentença de 22 anos de prisão, João se diz arrependido. “Já chorei, chorei mesmo. Queria ver meus filhos. Desde que fui preso, não tive nenhum contato com eles”, desabafa. Informações G1


Casos de violência nas escolas aumentam e geram até morte


A violência nas escolas tem aumentado expressivamente, nos últimos anos, de acordo com informações de um inspetor da Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA), que terá a identidade preservada. Embora nenhuma das instituições procuradas pela reportagem tenha um levantamento de quantos procedimentos foram realizados nestes órgãos, o servidor da DCA disse que a demanda de estudantes que têm traficado, ameaçado professores e núcleo gestor, agredido colegas e sido flagrados portando armas brancas em colégios é "altíssima".

Conforme o inspetor, os casos são difíceis de serem solucionados, porque não há como fazer uma fiscalização efetiva do que entra na escola. "A Polícia fica de mãos atadas. Não podemos revistar cada aluno que chega ao colégio, porque seria invasivo e injusto com a maioria dos estudantes, que estão bem intencionados", disse o inspetor.

O policial revelou que muitos funcionários de estabelecimentos de ensino já foram ameaçados e até agredidos. "Alguns pedem segredo absoluto de suas denúncias, outros nem comparecem à Delegacia, por medo. "Não é fácil denunciar uma pessoa que sabe onde lhe encontrar. As ameaças estão se tornando mais sérias e por motivos cada vez mais banais", contou.

Morte
Um caso grave envolvendo alunos de escola pública aconteceu em Uruoca (a 300Km de Fortaleza), no último dia três de março, e está sob investigação da Polícia. Um estudante do sexto ano, identificado como Samuel Ferreira de Sousa, 12, foi espancado quando saía da Escola de Ensino Fundamental Valdemar Rocha. Três colegas teriam participado da ação; um da mesma idade e dois mais velhos.
A vítima das agressões morreu no dia 6 de abril, com um traumatismo crânio-encefálico, que segundo laudo da Perícia Forense do Ceará (Pefoce), foi causado pela surra que sofreu.
O menino não revelou aos familiares, de imediato, que tinha sido espancado. Somente alguns dias depois ele contou que estava sentindo tonturas e fortes dores de cabeça. Samuel foi levado ao hospital local, mas não melhorou. Diante do agravamento de seu quadro clínico, acabou sendo transferido para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Pediátrica, da Santa Casa de Misericórdia de Sobral, no dia 27 de março, onde morreu.
Agressões
De acordo com a Polícia, Samuel Sousa teria sido vítima de uma tentativa de furto e ameaçou aos supostos infratores contar aos pais dele o que lhe ocorrera. "Existem indícios que as primeiras agressões (a tentativa de furto do relógio), tenham acontecido ainda dentro da escola. Porém, a lesão que causou a morte se deu quando ele saiu, poucos metros defronte ao colégio", disse o inspetor Clécio Bonfim, da Delegacia Municipal de Uruoca. Bonfim declarou que a Polícia já ouviu os suspeitos da agressão. Além disso, funcionários e outros alunos da escola, funcionários do hospital e familiares da vítima também prestaram depoimento na Delegacia.
O inspetor afirmou, com base nos depoimentos, que o adolescente morto era muito querido e um estudante responsável. "Ele não tem nenhum registro por indisciplina no livro da escola. Já os que bateram nele têm registros até por agressões sérias".
O delegado Carlos Alexandre, que preside o inquérito, disse que o relógio foi apreendido com uma criança que não participou do espancamento. Segundo Alexandre, o andamento das investigações aponta para um procedimento contra os agressores, que pode resultar na internação deles. "Os funcionários da escola não querem, mas as crianças estão contribuindo, algumas são muito corajosas. Encontramos histórico de alunos violentos e muitas ocorrências de agressões entre eles", declarou o delegado.
A irmã de Samuel, Fábia Aragão, contou que já existiam relatos de outros casos de violência ocorridos na mesma escola. "A diretoria não tomava providências por omissão. Não admito os funcionários dizerem que não sabiam que o Samuel foi espancado, porque a agressão começou dentro da escola. A própria diretora disse aos meus pais que os adolescentes que bateram nele já tinham agredido outras crianças. Então, porque as providências não foram tomadas?", indagou.
A irmã da vítima diz que quer que os responsáveis sejam punidos. "Eu quero que seja feita Justiça. Esses adolescentes infratores precisam, ao menos, serem retirados do meio das outras crianças. As pessoas que dirigem essa Escola também precisam ser mais responsáveis com a vida dos estudantes, enquanto eles estiverem lá. Eu não quero que outros alunos padeçam e gritem de dor como o Samuel".
A reportagem tentou falar com a diretora da escola, mas ela não atendeu às ligações. A Secretaria de Educação do Município de Uruoca foi procurada, mas até o fechamento dessa edição não havia se pronunciado.

Secretarias têm projetos de enfrentamento ao problema
Diante dos casos, a Secretaria de Educação do Estado e do Município foram contactadas sobre as estatísticas de ocorrências e o que estava sendo feito no enfrentamento de casos como o que vitimou Samuel Sousa, mas disseram não ter estatísticas. Quanto às medidas de combate à violência, a Secretaria de Educação do Estado (Seduc) informou que "acompanha suas escolas e entende que a prevenção às drogas na sociedade e, especificamente, na educação escolar deve ter olhar multifacetado por parte dos gestores e da sociedade, pois somente dessa forma serão possíveis diferentes níveis de atuação nesse tema".
A Seduc declarou que entende que a violência é um dos principais conflitos sociais atualmente, por isto "busca atuar de forma multidisciplinar desenvolvendo programas e projetos em parceria com o Governo Federal, organizações internacionais, órgãos das administrações estadual e municipais, que colaboram diretamente para garantia de direitos das crianças e adolescentes.
Segundo a Seduc suas principais medidas para combater a violência nas escolas são o Programa Geração da Paz, Programa é "Paz pela paz", Projeto Professor Diretor de Turma e o Programa de Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE). Cada um dos programas incentiva uma área diferente do combate às vulnerabilidade sociais e tem um foco específico. No entanto, conforme a Seduc, procuram englobar não só os alunos, mas pais, professores, núcleo gestor e a comunidade em que a escola funciona. "Os projetos estão sendo desenvolvidos em todas em colégios de todas as regiões do Estado. Alguns deles já chegaram a atingir 93% da rede estadual de ensino, outros até 80%".
A Seduc disse também, que atua em parceria com as Secretarias de Educação e Saúde Municipais. Segundo o órgão, a parceria foi firmada no "intuito de mobilizar, apoiar, promover e fortalecer as ações de prevenção não só às drogas, mas às violências".
SME
No ano de 2013 foi criada a Célula de Mediação Social, pela Secretaria Municipal de Educação de Fortaleza (SME), que visa incentivar a cultura de paz nas escolas e solucionar conflitos através da mediação. A SME informou que desenvolve várias parcerias, ações e projetos de combate à violência nas escolas. Esse trabalho é realizado em parceria com o Ministério Público do Estado e os Conselhos Tutelares.
A instituição disse também, que desde 2014, a segurança nas escolas vem sendo reforçada pelo Pelotão de Segurança Escolar (PSE), da Guarda Municipal de Fortaleza. "A proposta do PSE é promover a segurança nas escolas, garantindo atendimento aos pais, alunos, professores e colaboradores da rede municipal".
O programa mantém 22 equipes que realizam rondas em todas as escolas municipais, com 97 servidores atuando. Além das rondas, as equipes orientam sobre segurança cidadã e ministram palestras sobre gravidez na adolescência e preservação do patrimônio público, quando solicitados pelos gestores escolares.
Ainda segundo a SME, a Instituição está trabalhando para, até o final deste semestre, implantar a Célula de Segurança Escolar que atuará em parceria com o PSE. "O departamento realizará atividades que envolvem a implementação de registro de ocorrências nas escolas, vigilância patrimonial, vigilância eletrônica e capacitações. É a partir deste monitoramento que serão gerados dados estatísticos de ocorrências nas escolas".
A SME coordena o Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd), que acontece em parceira com a Polícia Militar, no sentido de prevenir o abuso de drogas e a violência entre estudantes. "As lições do Proerd ajudam a reconhecer pressões e influências diárias que levam ao uso de drogas e à prática de violência, ensinando resistir a elas", informou o órgão.
Polícia faz trabalho de combate a droga
A Divisão de Proteção ao Estudante (Dipre) está trabalhando em parceria com a Divisão de Combate ao Tráfico de Drogas (DCTD) na prevenção e repreensão de casos de violência nas escolas, já que muitas das ocorrências estão ligadas ao uso ou negociação de entorpecentes por parte dos alunos. De acordo com o titular da Dipre, inspetor Sílvio Maia, no ano de 2014, 80 mil alunos foram atendidos pela Divisão, que vai aos colégios fazer palestras, cursos e oficinas.
Para Maia, os entorpecentes são pivô da violência, dentro e fora das instituições de ensino. "A criminalidade é uma febre que se alastra e ataca a toda a sociedade. Infelizmente a droga, grande motivadora da violência, chegou de forma muito forte na vida da juventude e como os jovens estão na escola, estes casos acabam também afetando as instituições de ensino".
O diretor da Dipre declarou que as escolas podem fazer a solicitação, via ofício, para que os policiais entrem em contato para atender as demandas, em todo o Estado. Até mesmo instituições particulares podem fazer o pedido. "Nas próximas semanas temos um trabalho agendado em uma escola particular daqui de Fortaleza. A direção teve notícia que um traficante estava aliciando um aluno e ele estava levando drogas para os colegas dentro da escola. Foi feito a parte repreensiva e nós vamos agora fazer a conscientização de todo o mal que o uso de drogas pode trazer", afirmou Maia.
O inspetor disse que também tem observado o crescimento no número de procedimentos nas escolas, mas a Dipre continuará firme em seus trabalhos de tentar convencer os jovens a não entrar no mundo das drogas. "A grande maioria dos casos de violência, sejam eles agressões ou ameaças, é cometida por pessoas que usam drogas. Continuaremos nesta tarefa difícil, mas gratificante. Um aluno que seja, que nós tirarmos do mundo do crime é um prêmio para nós".
Márcia Feitosa
Repórter

Filho mata o próprio pai em Quixadá



Um crime deixou em clima de perplexidade a população de Quixadá, na região Central do Estado. Na tarde deste sábado, um filho matou a facadas o próprio pai. Os motivos do crime ainda não foram elucidados.

Por volta das 17 horas, segundo os primeiros relatos de populares, começou a discussão na residência dos dois, localizada à Avenida Plácido Castelo, 2259, no Centro. A desavença prosseguiu no meio da rua, até o instante em que o aposentado José Milton Oliveira Vidal, de 64 anos, recebeu várias facadas desferidas pelo próprio filho, André Barros Vidal, conhecido como Tó, de 34 anos, e veio a falecer.

O acusado foi levado para Quixeramobim para se submeter aos exames de praxe no Instituto Médico Legal (IML). Aos policiais que efetuaram o flagrante, ele não quis dizer os motivos desavença entre pai e filho. O acusado será levado para a cadeira de Quixadá nas próximas horas. Em Quixadá, muitos moradores sequer acreditam no fato.

fonte DN