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18 de maio de 2019

Acidente com van de divulgação do cantor Wesley Safadão deixa um ferido no Maranhão

O acidente aconteceu na tarde dessa sexta-feira (17), na BR-316 em Peritoró, localizado no leste maranhense. De acordo com a PRF-MA, apenas o motorista do veículo ficou ferido
Acidente com van de divulgação do cantor Wesley Safadão no município de Peritoró, localizado a 236 km de São Luís
Foto: PRF/MA

Um acidente envolvendo uma van de divulgação do cantor Wesley Safadão foi registrado na tarde dessa sexta-feira (17) no km 436,4 da BR-316, no município de Peritoró, no Maranhão. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal do Maranhão (PRF-MA), o motorista do veículo ficou ferido.

O cantor Wesley Safadão não se encontrava no carro. Ainda segundo a PRF, o condutor perdeu o controle do veículo, que saiu da pista e sofreu tombamento. O motorista sofreu apenas escoriações no rosto, braço e perna. Ele não teve a identidade revelada. 

O condutor sofreu escoriações no rosto, braço e perna
Foto: Divulgação/VC Repórter
A van, com placa de Pernambuco, é usada como apoio da equipe do cantor para divulgação e venda de CDs e DVDs.

Red; DN 

José Dirceu chega à sede da PF em Curitiba para cumprir prisão por corrupção e lavagem de dinheiro

O ex-ministro dos governos Lula e Dilma foi condenado a 8 anos e 10 meses de reclusão por desvio de dinheiro em contratos da Petrobras
Dirceu chegou a ser preso outra duas vezes, em maio de 2015 (sendo solto em maio de 2017) e em 2018 (saiu em junho de 2018), por condenação na Lava Jato
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Após longa e cansativa viagem de carro desde Brasília, e com cinco horas e meia de atraso, José Dirceu de Oliveira e Silva apresentou-se nesta sexta-feira, 17, à Polícia Federal em Curitiba, origem e base da Operação Lava Jato. O ex-ministro-chefe da Casa Civil do governo Lula, condenado a 8 anos e 10 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro de contrato da Petrobras. 

O ex-ministro dos governos Lula e Dilma obedeceu a uma ordem do juiz Luiz Antonio Bonat, da 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba. O magistrado havia dado prazo para Zé Dirceu se entregar até as 16 horas desta sexta. Ele chegou à PF às 21h30 desta sexta. 

Na sede da PF na capital paranaense está preso desde 7 de abril de 2018 o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cumprindo pena inicial de 12 anos e um mês de reclusão - imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), o Tribunal da Lava Jato -, reduzida para 8 anos e dez meses pelo Superior Tribunal de Justiça. 

A prisão do ex-ministro foi decretada pelo TRF-4, sediado em Porto Alegre, na sessão desta quinta, 16. Os desembargadores negaram embargos de Dirceu e mandaram prendê-lo, seguindo jurisprudência do Supremo que autoriza execução provisória de pena de condenados em segunda instância. 

O ex-ministro foi condenado em primeira instância pelo então juiz Sergio Moro. A Lava Jato sustenta que Dirceu pegou propinas em contrato superfaturado da Petrobras com a empresa Apolo Tubulars, fornecedora de tubos para a estatal, entre 2009 e 2012 quando o petista, então réu em outra ação penal, a do Mensalão, já não ocupava cargo no governo Lula. 

A força-tarefa do Ministério Público Federal revela que parte dos valores do contrato da Petrobras, que chegaram a R$ 7.147.425,70, foi repassada a Renato Duque, ex-diretor da área de Serviços da estatal, e parte a Dirceu. 

Para disfarçar o caminho do dinheiro, o ex-ministro e seu irmão, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, teriam usado a empresa Crfedencial para receber R$ 700 mil - o restante teria sido usado para bancar despesas com uso de aeronaves em mais de 100 voos realizados pelo ex-ministro. 

Em outra ação penal da Lava Jato, Dirceu está condenado a uma pena mais grave ainda, 30 anos, 9 meses e dez dias de reclusão, pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e pertinência à organização criminosa. Ele chegou a ser preso duas vezes, em maio de 2015 (sendo solto em maio de 2017) e em 2018 (saiu em junho de 2018), pela condenação.

Red;