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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Exercit Brasileiro em ação

 


O Exército Brasileiro parou um ônibus na rodovia — eles não sabiam que 20 integrantes do PCC estavam lá dentro.

— Tem certeza de que ninguém vai desconfiar? — perguntou uma voz trêmula nos assentos do fundo do ônibus.

— Cala a boca e age normal. Somos só passageiros comuns, entendeu? Turistas, trabalhadores, o que for.

— Ninguém vai revistar esse ônibus — respondeu outra voz, firme, tentando soar confiante. — E se pararem a gente, não vão nos segurar. Já fizemos isso antes.

— Relaxa.

Essas palavras ecoaram pelo interior do ônibus enquanto ele avançava por uma rodovia quase deserta, sob o sol escaldante da tarde. Vinte pessoas ocupavam os assentos, cada uma fingindo desinteresse: algumas olhavam pela janela, outras mexiam no celular, todas tentando parecer invisíveis. Mas algo estava prestes a mudar.

O motorista, um homem de meia-idade com a camisa encharcada de suor, mantinha os olhos fixos no asfalto, as mãos apertando o volante com força. Não era a primeira vez que fazia aquele trajeto, mas naquele dia algo parecia diferente. As instruções tinham sido claras: seguir direto, não parar, não fazer perguntas e, principalmente, não olhar para trás. O pagamento tinha sido três vezes maior que o normal. E, embora o instinto gritasse que havia algo errado, o dinheiro foi suficiente para calar suas dúvidas.

A alguns quilômetros dali, em um ponto estratégico da rodovia, militares do Exército Brasileiro montavam um bloqueio. Não era uma fiscalização comum. Havia informações de inteligência sobre movimentações suspeitas na região.

Dentro do ônibus, um dos passageiros avistou o bloqueio à distância e sentiu o coração falhar por um segundo. Inclinou-se discretamente para o homem ao seu lado e sussurrou:

— Tem bloqueio à frente.

O homem, que aparentava ser um dos líderes do grupo, cerrou os dentes, mas manteve a calma.

— Todo mundo tranquilo — murmurou, baixo o suficiente para que só os mais próximos ouvissem. — A gente age normal. Somos passageiros comuns. Não tem motivo pra desconfiarem.

O ônibus diminuiu a velocidade e parou diante do bloqueio. O motorista abriu a porta, e um soldado subiu, cumprimentando-os com um aceno profissional.

— Boa tarde. Fiscalização de rotina. Peço que todos permaneçam sentados e tenham seus documentos em mãos.

O soldado caminhou lentamente pelo corredor, observando cada rosto, cada movimento, cada detalhe. Havia algo estranho no ar. Os passageiros estavam quietos demais, tensos demais. Era como se todos estivessem prendendo a respiração ao mesmo tempo.

O que aquele soldado estava prestes a perceber mudaria tudo....👉 Leia o restante nos comentários 👇

Russas - CE plantão plicial

TABULEIRO DO NORTE CONDUÇÃO A DRPC COM BASE NA LEI DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Dia, 28/01/2026, por volta das 08h30min, a composição da Polícia Militar, foi direcionada para verificar uma ocorrência de violência doméstica. Ao Chegar à Rua Antônio Gondim Maia,bairro São Francisco, em Tabuleiro do Norte-CE, a equipe localizou o suspeito, a vítima que é genitora do agressor foi quem acionou a Policia Militar, após o acusado fazer ameaças e descumprir medidas protetivas. A equipe policial conduziu o acusado para Delegacia de Tabuleiro do Norte-CE, para os procedimentos cabíveis.

TABULEIRO DO NORTE - CONDUÇÃO A DRPC POR ABANDONO DE INCAPAZ E AMEAÇA

Dia 28/01/2026, por volta das 17horas, a Polícia Militar foi acionada para verificar uma ocorrência de abandono de incapaz, juntamente com as conselheiras tutelares de Tabuleiro do Norte-CE, onde figuraram como acusadas duas senhoras, as mesmas deixaram as filhas menores trancadas em casa, sendo uma criança de 4 anos e outra de 8 anos, e saíram para ingerir bebida alcoólica, na mesma ocasião, de posse de uma faca, uma das infratoras ameaçou os policiais militares, diante dos fatos, foi realizada a condução das acusadas a Delegacia de Russas-CE, onde foram apresentadas a autoridade policial, para os procedimentos cabíveis. 

Fnte; PM CE