-->

.

.
.
Mostrando postagens com marcador Reflexão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reflexão. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

O Mito da Caverna!


O Mito da Caverna, também conhecido como “Alegoria da Caverna” é uma passagem do livro “A República” do filósofo grego Platão. É mais uma alegoria do que propriamente um mito. É considerada uma das mais importantes alegorias da história da Filosofia. Através desta metáfora é possível conhecer uma importante teoria platônica: como, através do conhecimento, é possível captar a existência do mundo sensível (conhecido através dos sentidos) e do mundo inteligível (conhecido somente através da razão). 

O Mito da Caverna

O mito fala sobre prisioneiros (desde o nascimento) que vivem presos em correntes numa caverna e que passam todo tempo olhando para a parede do fundo que é iluminada pela luz gerada por uma fogueira. Nesta parede são projetadas sombras de estátuas representando pessoas, animais, plantas e objetos, mostrando cenas e situações do dia-a-dia. Os prisioneiros ficam dando nomes às imagens (sombras), analisando e julgando as situações.

Vamos imaginar que um dos prisioneiros fosse forçado a sair das correntes para poder explorar o interior da caverna e o mundo externo. Entraria em contato com a realidade e perceberia que passou a vida toda analisando e julgando apenas imagens projetadas por estátuas. Ao sair da caverna e entrar em contato com o mundo real ficaria encantado com os seres de verdade, com a natureza, com os animais e etc. Voltaria para a caverna para passar todo conhecimento adquirido fora da caverna para seus colegas ainda presos. Porém, seria ridicularizado ao contar tudo o que viu e sentiu, pois seus colegas só conseguem acreditar na realidade que enxergam na parede iluminada da caverna. Os prisioneiros vão o chamar de louco, ameaçando-o de morte caso não pare de falar daquelas ideias consideradas absurdas.

O que Platão quis dizer com o mito

Os seres humanos tem uma visão distorcida da realidade. No mito, os prisioneiros somos nós que enxergamos e acreditamos apenas em imagens criadas pela cultura, conceitos e informações que recebemos durante a vida. A caverna simboliza o mundo, pois nos apresenta imagens que não representam a realidade. Só é possível conhecer a realidade, quando nos libertamos destas influências culturais e sociais, ou seja, quando saímos da caverna.
https://www.youtube.com/watch?v=Rft3s0bGi78

sexta-feira, 15 de abril de 2016

A CRISE INSTITUCIONAL GRAVÍSSIMA PELA QUAL PASSA O BRASIL


A crise político-econômica-social, que já gravíssima (a mais profunda de todos nossos tempos, inclusive do dito período ditatorial e “democrático”, reconheçamos), de tão estendida já redundou em um choque institucional entre os poderes Legislativo e Judiciário, como nunca sequer concebido. Jamais presenciamos tanta anarquia apelativa, tantas interposições de recursos que apenas de cunho meramente politiqueiro e protelatório já que a culpa existe e, fundamentada (documentalmente e através das delações premiadas), e onde alguns até se reconhecem autores e assumem seus erros, resta saber que punição a esses se deva aplicar, exemplarmente. O instrumento da Delação Premiada, oportuníssimo, é que tem amenizado as consequências para alguns transgressores que dele se valem.

As decisões monocráticas (de cunho meramente pessoal e não totalmente isentas como se infere) sobrepõem-se à Lei Maior (no caso, nossa aviltada Constituição) já que relegada a segundo plano, haja vista que há infinitas interpretações que tão somente pessoais, sempre, e não colegiadas como se deveria observar, no que resulta nessa baderna jurídica de “pode, não pode”; “enquadra-se ou não se enquadra”; “é ou não é crime”; “prende, solta”. Dá-se até a judicialização (interferência do Judiciário sobre o Legislativo) e têm preponderado. Quem é dono da verdade ou tudo não passa de uma grande e inconsequente chicana?

Enquanto isso o País para e afunda em todas as áreas, a cada episódio e a cada dia. Economia estagnada, número de falências crescente, desemprego avassalador, inflação. As áreas de Saúde, Educação, Segurança estão caóticas e insustentáveis. Estas são as desastrosas e únicas certezas que testemunhamos e que alguns espertalhões insistem em tentar se eximir de culpa ou até mesmo, descaradamente, negar os fatos!

Os políticos de há muito perderam a credibilidade e o número de envolvidos em acusações (mas que de forma inexplicável tidos isentos e aptos até para julgar seus companheiros) e cujos processos de julgamentos são estranha e sistematicamente protelados, no que resulta até em prescrições, e assim os acusados saem ilesos para agir novamente, já faz parte desse impatriótico contexto. Nesses casos, e como se demonstra, o crime compensa sim senhor!   Mas tanto faz... Os que condenados apenas para iludir nossa Sociedade – vejam o exemplo do Mensalão – já estão todos soltos e até festa promoveram em comemoração à soltura de alguns. 

A aviltante compra de votos (mesmo princípio criminoso do Mensalão – as moedas não diferem são dinheiro e/ou cargos e até acintosa liberação de verbas em torno de R$. 6 bilhões para emendas parlamentares, logo às vésperas do impeachment) e que hoje se adota livremente, ao arrepio da Lei que mais uma vez ultrajada e, mais grave, que de pleno conhecimento e assentimento de quem deveria ter competência para agir, mas que não se manifesta. Um processo aviltante quanto criminoso! Cansamos de CPIS, de Comissões de Impeachments, dos discursos enjoativos quanto recorrentes e promíscuos dos “eloquentes” oradores tendenciosos, do nosso combalido Congresso Nacional e até da nossa Justiça – outrora último esteio para aqueles que ainda tinham esperança de justiça e punição para os que transgredem as Leis, independente de que cargo público ocupe.

Quando e aonde vamos parar com essa aberração político-jurídica, desuniforme, protecionista, que sequer definição temporal tem para apresentar resultados convincentes à Sociedade? É um caos generalizado e assentido pela Sociedade que aturdida, perplexa, a tudo assiste e padece porque impotente.  A Lei deveria ser igual para todos – Art. 5º. Da Constituição, mas não no Brasil como se percebe, onde temos até “Foro privilegiado” para delinquentes, infelizmente!

Por José HILDEBERTO Jamacaru de AQUINO

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

VIOLÊNCIA E INACEITÁVEL TOLERÂNCIA!

Até que ponto a Lei que insensata, estupidamente protecionista, continuará condescendente com o crime? O bandido covarde, impiedoso e extremamente violento (como tantos) agride de todas as formas e ainda tem o privilégio de ser tratado como “SUSPEITO”, e isto com fundamento legal que os nossos “impolutos” políticos nos legaram. Até ser condenado o agressor não se pode rotulado de CRIMINOSO (nem a cara do crápula podem mostrar mesmo com provas irrefutáveis, filmes até), sim senhor! Por que não lhes retribuir as agressões nas mesmas proporções (Lei de Talião que nesses casos justificada) ou negar-lhes quaisquer privilégios (progressão de pena, salário reclusão etc.)?  Então como acabar  com essa violência que grassa, impunimente País afora se não endurecermos e na mesma escala? Chega de cumplicidade, e que se danem os escrúpulos quais forem (religiosos, dos tais “Direitos humanos” e outros mais) que só protegem e estimulam a bandidagem! Ontem foi baleado um filho de um político, hoje foi uma turista (que imagem levará do nosso País) e amanhã, será você, seus pais, seus filhos, outros familiares e amigos e tudo resultará em nada? Até quando “diligentes” autoridades? Um ultraje aos direitos constitucionais que a sociedade assente impotente, temerosa e acovardada. Saímos, justificadamente, em passeatas contra aumentos de tarifas de transportes e por que não nos rebelamos, ordeiramente, contra a criminalidade? Cobremos, inclusive, o fim da lerdeza crônica e perniciosa da nossa Justiça e que acorra a sociedade que a remunera regiamente e é tão descurada, aviltada. Uma incongruência injustificável, acordemos e nos mobilizemos, gritemos, cobremos exijamos todos e de todos os responsáveis!!!

Texto enviado por José HILDEBERTO Jamacaru de AQUINO