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24 de janeiro de 2016

7 Açudes atingem 90% da capacidade máxima no Ceará

As chuvas da última semana, apesar de alagar parte das áreas de risco de alguns municípios, têm dado um reforço significativo aos castigados açudes cearenses. O volume gerado pelas precipitações fez com que sete deles atingissem mais de 90% da capacidade máxima, de acordo com dados compilados pelo Portal Hidrológico do Ceará até a manhã de ontem.

O levantamento, publicado no Portal Hidrológico do Ceará, no entanto, informa apenas as condições do Açude de Colinas, em Quiterianópolis.

A barragem está 93,28% cheia, o que representa 3,03 milhões de metros cúbicos dos 3,25 milhões de metros cúbicos de capacidade total.

No Alto Jaguaribe está o único açude sangrando do Estado do Ceará, segundo o Portal.
É o Caldeirões, em Saboeiro.

Sobre os outros seis açudes com mais de 90% da capacidade, a assessoria da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), órgão que realiza o levantamento dos dados, afirmou que o setor responsável por mapear os açudes só cumpre expediente na próxima segunda-feira (25), quando, então, deve informar quais são estas outras barragens.

Fim de semana de chuva

Segundo a previsão da Funceme, existem eventos mapeados em todas as regiões do Estado e as precipitações devem ocorrer, inclusive, na segunda-feira (25). As áreas de maior nebulosidade são as do entorno do Jaguaribe e os litorais de Fortaleza e o Leste.

"Essa nebulosidade, deve-se à atuação de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN - sistema de circulação horária a aproximadamente 12Km de altura) que está próximo à região Nordeste do Brasil, padrão observado nos últimos dias", detalha relatório da Previsão Diária do Tempo postado pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).

O boletim informa, ainda, que choveu em 84 municípios de anteontem para ontem, sendo a maior precipitação registra da em Santa Quitéria (77mm). Em Fortaleza, foram registrados apenas 28mm. O baixo volume não causou muitos danos na cidade, conforme a Defesa Civil.

Diário do Nordeste

Jovem que ficou famoso pela frase "que onda é essa meu irmão" é assassinado em Natal

A Polícia registrou mais um crime de homicídio na noite deste sábado (23). Desta vez foi na Avenida Felizardo Moura, na comunidade conhecida como Favela do Mosquito, no Bairro das Quintas, em Natal, e vitimou um homem identificado como Ronaldo Cordeiro de Morais, 18 anos, que chegou a ficar conhecido no Estado após ser preso por assalto e ter concedido uma entrevista a TV Ponta Negra. Nela, Ronaldo, sob efeito de drogas, satirizou o repórter várias vezes com a frase “que onde é essa, mermao?!”.

Ronaldo Cordeiro foi liberado do flagrante e ganhou a liberdade. Ele que tinha uma tatuagem no peito dizendo “157”, que é o número do artigo no Código Penal que descreve o crime de assalto a mão armada, chegou a buscar um nova estilo de vida longe dos crimes. Ele estava vendendo iguarias na praia para ajudar a mãe e já tinha sonhos de trabalhar com carteira assinada, segundo familiares ao 190rn.

A imagem do Sagrado Coração de Maria substituiu o símbolo do crime que ele carregava no peito. Ronaldo dizia que era uma homenagem para a mãe. Ele morava com a esposa e a filha nos fundos da casa dos pais, em um cômodo de menos de 20 metros quadrados. Mas na noite deste sábado, Ronaldo foi surpreendido por criminosos que atiraram pelas costas e o executaram em via pública. Ele chegou a ser socorrido pelo pai, Samuel Pereira de Morais, ao Hospital Santa Catarina, mas não resistiu e morreu. A morte de Ronaldo também surpreendeu quem acompanhou sua história de superação. “Infelizmente o crime não perdoa. Não é fácil sair”, disse um amigo da vítima em entrevista ao 190rn.


190.com

Multa para quem jogar lixo na rua pode ser adotada em todo o país

A Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) aprovou, em decisão terminativa, no dia 29 de setembro, o projeto que obriga os municípios e o Distrito Federal a multar quem for pego jogando lixo nas ruas. A medida já é comum em algumas cidades, como no Rio de Janeiro – a medida foi para a análise da Câmara dos Deputados. Caso seja aprovada, passará a valer em todo o território nacional.

De acordo com o Senado, o texto altera a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010) para proibir o descarte irregular de lixo em via pública e para determinar que os municípios e o Distrito Federal regulamentem a forma correta de descarte.

O relator na CMA, senador Jorge Viana (PT-AC), apresentou voto favorável à proposta, apresentada pelo ex-senador Pedro Taques. Para Jorge Viana, “sanções pecuniárias ainda são ações pedagógicas e preventivas necessárias para se evitar condutas indesejadas”. Ele considera que o projeto contribuirá para educar a população com relação ao correto descarte dos resíduos sólidos.

Viana também apresentou emenda para retirar previsão de prazo de regulamentação da medida do projeto – ele considera que a a atitude seria uma ingerência sobre o Distrito Federal e sobre os municípios.

Fonte: Agência Senado

Filho de Ciro Gomes é baleado em tentativa de assalto

Ciro Saboya Ferreira Gomes, 30 anos, filho do ex-governador e ex-ministro Ciro Gomes (PDT), foi baleado na noite deste sábado, 23, próximo à Praia de Iracema, em Fortaleza. Nota divulgada pelo ex-ministro e pela mãe da vítima, a ex-senadora Patrícia Saboya, conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE), informa que ele foi vítima de tentativa de assalto.

O texto dos pais de Cirinho, como ele é conhecido, diz ainda que ele ficou ferido sem maior gravidade e não corre risco de morte.

Ele foi levado na noite deste sábado para o hospital Monte Klinikum, no Meireles. Informações preliminares de fontes da Polícia inficam que oi crime teria ocorrido próximo à comunidade conhecida como Baixa Pau, próximo ao Poço da Draga.

CONFIRA A NOTA:

"Em atenção à opinião pública, informamos que um dos nossos filhos sofreu tentativa de assalto próximo à Praia de Iracema, em Fortaleza, por volta das 21 horas deste sábado. Ele foi ferido com um tiro, mas, graças a Deus, sem maior gravidade e não corre risco de morte. Nossa família agradece a todas as manifestações de solidariedade que estamos recebendo". Ciro Gomes e Patrícia Saboya

O POVO Online

TRABALHO ESCRAVO

Texto para reflexão, enviado por Hildeberto Aquino ao nosso e-mail


O que mais se observa neste País já tão explorado e afadigado pelo negligencio governamental e de outras áreas sócio trabalhista é o excesso de hipocrisia e escrúpulos, os mais variados (religiosos, dos tais “Direitos Humanos”, politiqueiros e outros similares). A inércia e incúria crônicas dos políticos que se bem observada tão somente contribui para o agravamento da situação, daquilo que se finge “combater”.

O TRABALHO ESCRAVO existe nas mais variadas formas, e não tão somente nas áreas de exploração rural e em interiores brasileiros como se destaca. É observado, e em escala aviltante, também no comércio, nas pequenas e grandes fábricas e em outras atividades. Basta maior acinte do que a miséria que constitui o nosso Salário Mínimo que, segundo o DIESE (órgão governamental), deveria ser R$. 3.399,22 - o que equivaleria a 4,31 da miséria de salário que se paga hoje (R$. 788,00) e ainda, levianamente, afirmam ter “aumentado” de uns tempos para cá... Poderá ficar em torno de R$. 865,50 em 2016, o que ainda seria 3,92 menor que o ideal. O não respeitado Salário Mínimo deveria atender as necessidades básicas do trabalhador e de sua família, como estabelecido na Constituição: alimentação, vestuário, higiene, educação, moradia, transporte, saúde, previdência social e lazer. Atende?

Para onde nos viramos somos ludibriados desavergonhadamente e não esboçamos quaisquer reação, pelo contrário, silenciamos e assentimos servilmente. Por quê?

O governo e organismos afirmam o “empenho” no combate a essa prática criminosa, mas até então com resultados pífios, muito aquém do esperado como se demonstra. Além das pesadas multas e até desapropriação de imóveis (destinando-os à preterida Reforma Agrária), onde se verifica a prática dessa exploração e, simultaneamente, o endurecimento de penas, sem qualquer condescendência, e desde que cumpridas integralmente (fim da ojerizada progressão penal), seria o caminho mais próximo do ideal para se corrigir o problema. Sem essas providências é ser conivente com esse crime e não mudará a exploração do trabalhador. Não nos iludamos!

Está nas mãos das relapsas autoridades sim!, como também e, principalmente, da Sociedade a quem compete se mobilizar, civilizadamente, no sentido de coibir essa prática abominável e desumana. Acompanhemos de perto, não silenciemos a cada abuso, cobremos ações e mudemos essa situação. Sem isso continuaremos um país escravista e escravizado, isto desde 21 de abril de 1.500..., um longo período. Basta!

José HILDEBERTO Jamacaru de AQUINO