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quarta-feira, 27 de maio de 2026

A Sala do Empreendedor de Russas já está na Semana do MEI 2026!

Começou dia hoje (25) a maior mobilização do Sistema Sebrae voltada aos Microempreendedores Individuais (MEI) de todo o Brasil. Até a próxima sexta-feira (29), empreendedores e pessoas que desejam abrir o próprio negócio poderão participar gratuitamente de uma programação completa com palestras, oficinas, consultorias, capacitações e atendimentos especializados.

📈 Ao longo da semana, os participantes terão acesso a conteúdos sobre finanças, marketing digital, vendas, inovação, atendimento ao cliente e acesso a mercados, além de orientações importantes para fortalecer e desenvolver os pequenos negócios.

💬 Para Samuel Fernandes, Agente de Desenvolvimento de Russas, “a Semana do MEI é uma grande oportunidade para o empreendedor buscar conhecimento, tirar dúvidas, se capacitar e encontrar o apoio necessário para fazer seu negócio crescer com mais planejamento e segurança.”

🤝 Atendimento, orientação, consultoria, palestra e até abertura de empresa. Na Semana do MEI, você encontra o apoio que seu negócio precisa!

📲 Confira a programação e faça sua inscrição:

https://ce.loja.sebrae.com.br/semanadomei2026

Bora lá, MEI! 💙💛

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Cidades do ceará mais violentas do Brasil

 

O Ceará concentrou quatro das cinco cidades mais violentas do Brasil em 2024, segundo dados do Atlas da Violência 2026, divulgado nesta terça-feira (26) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

O levantamento colocou Maranguape, na Região Metropolitana de Fortaleza, como o município com a maior taxa de homicídios do país entre cidades com mais de 100 mil habitantes.
Além de Maranguape, aparecem no topo do ranking nacional os municípios cearenses de Maracanaú, Itapipoca e Caucaia.
O resultado reforça o cenário de agravamento da violência no estado, que também registrou aumento nas taxas de homicídio em relação ao ano anterior.
O estudo analisou 336 municípios brasileiros com população acima de 100 mil habitantes e utilizou indicadores calculados por 100 mil moradores.
A metodologia considera tanto os homicidios oficialmente registrados quanto os chamados “homicídios ocultos”, identificados a partir de mortes violentas inicialmente classificadas sem definição clara de intencionalidade.
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