De acordo com os relatos, a Polícia Militar foi acionada pelo proprietário do Restaurante Quionda, que denunciou uma confusão generalizada no estabelecimento. Segundo as informações, os envolvidos estariam provocando outros clientes, causando tumulto e danificando objetos, entre eles a porta do banheiro.
Ainda conforme os depoimentos dos policiais militares, ao chegarem ao local, os agentes encontraram os suspeitos no estabelecimento. Durante a abordagem, os dois teriam resistido à ação policial, proferido ofensas contra os militares e feito ameaças à equipe. Os policiais relataram que foi necessário utilizar força progressiva e algemas para contê-los.
Os agentes também informaram que nenhum objeto ilícito foi encontrado durante a busca pessoal. O proprietário do restaurante confirmou a ocorrência de tumulto e o dano à porta do banheiro, mas declarou não ter presenciado diretamente todos os acontecimentos.
Ao analisar o caso durante o plantão judiciário, a Justiça homologou o auto de prisão em flagrante, mas entendeu que não havia elementos concretos suficientes para justificar a manutenção dos dois homens na prisão preventiva. A decisão também proíbe os investigados de frequentar o Restaurante Quionda, determinando que mantenham distância mínima de 50 metros do estabelecimento. Além disso, eles não poderão manter contato com o proprietário e com eventuais testemunhas identificadas e cientificadas da restrição.
