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segunda-feira, 31 de março de 2014

TJ mantém vice-prefeito de Maracanaú na prisão




O vice-prefeito de Maracanaú Carlos Eduardo Bandeira de Mello teve dois pedidos de liberdade negados pelo Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE). O gestor, que está preso na Delegacia de Capturas (Decap), em Fortaleza, é apontado como chefe de um suposto esquema de fraudes em licitações e está sendo acusado de crimes como peculato, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva e formação de quadrilha.

Conforme as investigações do Ministério Público Estadual (MPE), as fraudes em licitações chegariam a um montante de mais de R$ 47 milhões.


Além dele, outras 14 pessoas, entre autoridades, empresários e funcionários públicos, estão sendo investigadas pelo Ministério Público. A operação do MP foi deflagrada no dia 18 deste mês em Maracanaú e em outros municípios da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Na ocasião, 10 pessoas acabaram presas por força de mandados de prisão temporários.

O vice-prefeito não foi localizado na ocasião e foi considerado foragido pelas autoridades de Segurança. No dia último dia 21, ele se apresentou e ficou detido, pois o primeiro pedido de liberdade impetrado pela defesa havia sido negado pelo desembargador do TJCE Francisco Gomes de Moura.

A prisão temporária foi convertida em preventiva pelo juiz da 1ª Vara da Criminal da Comarca de Maracanaú. Os advogados de defesa de Carlos Eduardo ingressaram com habeas corpus liberatório com pedido de liminar no TJCE. No último dia 27, o desembargador Francisco Gomes de Moura indeferiu a nova solicitação da defesa.

Apesar das duas decisões, os advogados Waldir Xavier de Lima Filho e Leandro Duarte Vasquez, que representam Carlos Eduardo, afirmaram que "estão confiantes na demonstração oportuna da inocência dele e que o mesmo não demonstra qualquer perigo social". Para os defensores, a medida de prisão "é exagerada" e será provado de que Carlos Eduardo não praticou os crimes a ele imputados. Em sua decisão, o magistrado afirmou "que no presente caso a decisão que decretou a prisão preventiva encontra-se adequadamente fundamentada, bem como a que denegou seu pedido de revogação, existindo elementos mínimos para a manutenção da custódia do mesmo".

Investigação

Em entrevista concedida no dia da deflagração da operação, o promotor de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MPE, Manoel Epaminondas promotor, revelou que dois procedimentos investigatórios estão sendo analisados. Segundo ele, existiam duas células criminosas, cujo núcleo era a Secretaria de Infraestrutura de Maracanaú, então chefiada pelo vice-prefeito Carlos Eduardo. Segundo Epaminondas, o processo aponta o vice-prefeito como a pessoa central dos esquemas.

Conforme ainda as informações do representante do MPE, a empresa Cacique Construções e Serviços Ambientais Ltda, teria sido criada com o objetivo de fraudar licitações do Município. O promotor afirmou que entre os anos de 2007 e 2011, a empresa teria vencido 11 licitações e recebido R$ 4.709.344,92 do município. Segundo Epaminondas, a empresa só venceu licitações em Maracanaú e em mais nenhum outro Município.

Alvo de investigações, a empresa teria participado com menos frequência dos procedimentos e outra em empresa denominada Alves Oliveira Construções LTDA teria passado a ganhar as licitações, chegando a receber a quantia de R$ 6.150.358,94. De acordo com o MP, a sede da empresa é na casa de um sócio, que é mestre de obras.

O segundo esquema investigado pelo MP trata de uma situação semelhante com as empresas R. Schuch Construções LTDA e a J. Filho Construções LTDA. Segundo o promotor de Maracanaú, Haley de Carvalho Filho, de 2007 a 2011, a R. Schuch recebeu R$ 23.838.594,41, depois foi substituída pela J. Filho que de 2011 a 2013 recebeu R$ 12.452.296,02 .

Fonte: Diário do Nordeste
Créditos AO site MISÉRIA.



Em depoimento inédito, Chico Anysio conta como venceu a depressão





Durante muitos anos, Chico Anysio mostrou ter várias faces. Mas uma, ele só revelou pouco antes de morrer.

“Eu tenho um psiquiatra há 24 anos. E se não fossem os remédios que a psiquiatria dá. Se não fosse isso, eu não teria conseguido fazer 20% do que eu fiz”.

Chico Anysio sofria de depressão.

“Eu entendi que era depressão e eu pude pagar os remédios. E eu pude pagar ao psiquiatra, então eu venci. Porque ela é vencível”, conta o humorista.

O presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria foi quem teve a ideia de entrevistar Chico Anysio. Ele queria que as palavras do humorista fossem usadas em um congresso contra o preconceito a doenças mentais.

“A depressão atinge de 20 a 25% da população. E significa que 20 a 25% da população, tem, teve ou terá um quadro de depressão ao longo da vida. Portanto pode atingir a qualquer pessoa, em qualquer idade”, explica Antonio Geraldo da Silva, presidente da ABP.

A Joseane sofreu calada por quase um ano os efeitos da depressão e do preconceito. “A família não entende. Acha que é frescura. Que é falta de vergonha na cara. Que pobre não pode ter depressão”, diz Joseane Gomes, auxiliar de serviços gerais.

“Só que um dia eu fui para o trabalho e lá eu tive a crise que foi muito forte. Eu chorava muito. Eu sentia uma angustia muito grande. Uma coisa muito forte. Que eu não tinha vontade de nada. De fazer nada. Eu só tinha vontade de morrer. Pra mim, se eu morresse acabava os problemas”, revela Joseane.

Só então a Joseane foi buscar ajuda. E encontrou em uma unidade especializada em saúde mental, da favela da Rocinha, no Rio de Janeiro. “Os pacientes com depressão que chegam aqui. Tem um perfil de uma clientela mais grave. Os pacientes chegam com depressão e com alguns sintomas a mais. Com ideias suicidas, sintomas psicóticos. Estados avançados de inapetência de não querer comer, de se cuidar. Parar de tomar banho. Auto cuidado já mais deteriorado”, explica Christiane Andreolo, psiquiatra.

Segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria, aproximadamente dois terços das pessoas com depressão não fazem tratamento. Entre os pacientes que procuram o médico, apenas 50% são diagnosticados corretamente.

“É a mesma coisa que você falar pra quem usa óculos. Tira o óculos, enxergue, esforce pra enxergar, você vai conseguir. Claro que não vai conseguir. A depressão também você não vai conseguir sair dela”, afirma Antonio Geraldo da Silva, presidente da ABP.

“Você se conscientizar que você está com este problema não é fácil. Você acha que os problemas que existem na sua vida que te fazem ficar assim, mas não é, entendeu? Você quando tem depressão, você reage de maneira errada a problemas que todo mundo tem”, explica Paulo Malta Santos, funcionário público.

O Paulo só começou o tratamento depois de muita insistência da família. “As pessoas tendem a confundir com como se fosse um tipo de loucura. Muita gente têm até vergonha de procurar ajuda. Mas não é loucura. É um problema psíquico de fundo emocional que hoje em dia muita gente tem”, diz Paulo.

“O difícil é as pessoas entenderem como é que pessoas aparentemente normais podem sofrer de depressão. Aí, tem um outro tipo de preconceito que achar que depressão inutiliza as pessoas e elas são malucas”, explica a psiquiatra Ana Alice.

Ana Alice é psiquiatra e sobrinha de Chico Anysio. E lembra que o tio tratava a doença com naturalidade. “Meu tio não escondia isso de ninguém. Nunca escondeu. Falou pra família inteira. Conversava comigo. Muito natural”, revela Ana Alice.

“Ontem eu tava conversando com uma paciente minha sobre ‘por que é que eu tenho depressão? Será que foi porque eu não consegui lidar com tal situação. Eu sou frágil por causa disso?’ Depressão é uma doença genética. Hereditária. Mas ninguém fica deprimido porque quer”, explica a sobrinha de Chico Anysio.

Rico sabe sobre o que Ana Alice está dizendo. Ele é primo dela e filho de Chico Anysio. “Eu já deprimi quando minha mãe morreu. Quando ele morreu eu fiquei também deprimido. Não tive que tomar remédio nenhum. Eu faço terapia e não tive que me medicar. Mas certamente eu fiquei deprimido”, conta Rico.

Ao falar abertamente sobre o problema, o filho parece ter entendido o último conselho do pai.

“Quanto mais pessoas me ouvirem falar sobre a depressão, mais pessoas vão deixar de ter vergonha de ser deprimido”, disse Chico Anysio.

Créditos ao Site MISÉRIA.

Possibilidade de Cid sair gera expectativa no CE




Caso Cid Gomes confirme, até 5 de abril, que renunciará ao mandato para viabilizar a candidatura do irmão Ciro Gomes ao Senado, será o quinto governador cearense a deixar, nos últimos 50 anos, a gestão antes do previsto em prol de interesses políticos. Para especialistas consultados pelo Diário do Nordeste, é incerto o impacto de uma possível saída do chefe do Executivo Estadual ao andamento do Governo, mas, na hipótese de renunciar, Cid continuaria atuando nos bastidores do Palácio da Abolição.

O coordenador do mestrado de Políticas Públicas da Universidade Estadual do Ceará (UECE), Horácio Frota, enfatiza que a frágil oposição no Estado acaba fortalecendo a figura do governador cearense, mesmo desligado do cargo. Para o professor universitário, Cid só tomará qualquer decisão com a chancela do Governo Federal para minimizar o desgaste da gestão.


"Tudo que está sendo feito aqui é negociado com a (presidente) Dilma, os investimentos... Eu não acredito que ele vá sair rompido com o PT, porque seria o fim dele", ressalta. O docente pontua: "Se olhar para a vinda da presidente Dilma (ao Ceará), o fato de ela estar se referindo a ele como senador. Isso pressupõe resultado de uma negociação".

O cientista político Josênio Parente afirma que, até os anos 1960, algumas lideranças renunciavam para derrubar partidos da oposição. Ele minimiza os impactos da saída de Cid ao andamento dos projetos tocados pela atual gestão. "Um bom administrador consegue fazer a continuidade, independentemente da pessoa que esteja lá, para o eleitor ficar cada vez mais fiel", diz.


Entrosamento

Professor emérito da Universidade de Brasília (UnB) e cientista político, David Fleischer pondera que o futuro do Governo do Estado depende do entrosamento entre Cid e o vice-governador Domingos Filho, que seria o primeiro sucessor. "Se (a ligação) é bastante forte, esses últimos nove meses de mandato teriam continuidade", analisa.

Fleischer pondera que as articulações com as agremiações também vão influenciar no futuro do Governo cearense. "Depende da coligação que eles vão montar com os outros partidos, que vão querer um pedaço maior do bolo, (vai depender) se vão apoiar o PMDB ou não", explica o cientista político.

O professor da UnB pondera que, se o governador renunciar ao cargo, terá de ficar atento ao cumprimento dos prazos das obras e execução de orçamento, sob a pena de ser questionado judicialmente. "Tem a Lei de Responsabilidade Fiscal, que no ano eleitoral sempre é mais complicada. Ele sai e fica nos fundos, tentando tutelar o vice", esclarece.

O historiador Márcio Soares explica que, antes dos anos 1960, não havia possibilidade factível de os gestores fazerem os sucessores, porque ainda não estava consolidado o cenário de alianças entre os partidos, tal qual nos moldes atuais. Nos anos 1950, ele compara o caso de Cid Gomes ao governador Raul Barbosa, que renunciou para concorrer ao Senado e, posteriormente, foi convidado para o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Cid já declarou mais de uma vez que deseja passar uma temporada no BID.

De acordo com o professor de História do Ceará, foi depois da eleição do governador Virgílio Távora, em 1962, que o Ceará passou a se articular mais fortemente através de alianças. O coronel cearense foi eleito com apoio da UDN, PSD e PTN, com a chancela do ex-governador Parsival Barroso. A proposta era derrotar o senador Carlos Jereissati, do PTB. "A política continuava tradicional, com currais eleitorais, mas a novidade é que se combina agora a um projeto desenvolvimentista", explica.

A partir dos anos 1970, Márcio Soares alega que fica evidente que a pouca expressividade da política cearense amplia a pressão para que as lideranças concorram a cargos federais como modo de aumentar a visibilidade dos pleitos do Estado. "Depois do Tasso, passou a se construir um novo cenário político no Ceará, sem perder a lógica de que o que o político fala não se escreve por conta de interesses superiores", contextualiza.

Para o historiador, antes era mais facilmente identificada a troca de favores como fio condutor das relações políticas, avaliando que hoje a questão é mais complexa. "Os prejuízos podem ser grandes como interrupção de projetos. O governador arrisca manchar sua gestão em apenas um ano, caso não complete as obras", opina, exemplificando a Copa do Mundo deste ano.

Fonte: Diário do Nordeste

Crédito Site MISÉRIA.

Funceme registra chuva de 124 milímetros em Fortaleza

Até o momento choveu em 120 municípios, de acordo com a Funceme. A maior precipitação foi em Fortaleza, 124 milímetros. Em Caririaçu choveu 111 milímetros. Em Pedra Branca, no sertão central, choveu 110 milímetros.
Créditos ao Blog Roberto Moreira.

Campanha “Ceará Sem Drogas” retorna ao Clássico-Rei





Pela segunda vez, a Campanha “Ceará Sem Drogas”, desenvolvida pela Assembleia Legislativa do Estado, mobilizou os presentes na Arena Castelão, durante o Clássico-Rei neste domingo (30). Os jogadores dos times Ceará e Fortaleza entraram em campo com faixas da campanha que alerta sobre os perigos do uso de entorpecentes e clamando pela paz nos estádios.
No dia 9 de março, também ocorreu uma ação da campanha "Ceará Sem Drogas", durante o jogo entre os principais times do Estado. Liderada pelo presidente da Assembleia, deputado Zezinho Albuquerque, a campanha já desenvolveu atividades em Fortaleza, Crato e Limoeiro do Norte.
Todos os encontros contaram com a palestra do ex-jogador de futebol e atual comentarista de esportes Walter Casagrande, que fez relatos sobre como se tornou um dependente e o posterior processo de recuperação da dependência química. A campanha foi lançada dia 31 de janeiro, no plenário da Assembleia.
Créditos ao Site Ceará News.


Com o aval de Dilma, Eunício Oliveira será o candidato da base


Reportagem publicada na edição deste domingo (30) do jornal O Estado de S. Paulo revela que a possibilidade da abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar irregularidades na Petrobrás levou o Palácio do Planalto e o comando da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff a começar um processo de reaproximação com o PMDB, após semanas de uma intensa disputa política com o principal aliado. O objetivo é consolidar apoios no Congresso Nacional que ajudem a blindar Dilma durante a investigação. Em troca, o PT cede espaços na elaboração dos palanques regionais.
O primeiro caso a ser revisto foi justamente onde as negociações estavam mais complicadas: Ceará. No Estado, a crise na Petrobrás pôs fim ao impasse de meses entre os irmãos Cid e Ciro Gomes e o senador Eunício Oliveira (PMDB), que reivindicava o direito de disputar o governo. Eunício, que chegou a ser convidado para assumir o Ministério da Integração Nacional para abrir caminho para os irmãos Gomes, rejeitou a oferta feita por Dilma e afirmou que só aceitaria a candidatura ao governo. Passou, desde então, a frequentar todas as reuniões de grupos dissidentes. Mas os problemas na estatal aceleraram a solução. Com o aval da presidente, ele será o candidato da base.
Créditos Site Ceára news.

HOMEM MORRE AFOGADO NA PASSAGEM MOLHADA DE TABULEIRO.


Nesse dia 30/03, por volta de 15h00min, na passagem molhada do Rio Jaguaribe que fica no município de  Tabuleiro ao município de Limoeiro foi vítima de afogamento a pessoa conhecida como Alex, 50 anos, natural e residente em Mossoró, se encontra na casa de parentes na Vila Macena em Tabuleiro do Norte. 

Populares informaram que uma adolescente de 14 anos estava se afogando, quando o mesmo juntamente com outras foram salva-la, mas Alex veio a se afogar, é bom informar que a adolescente passa bem.

O Corpo de Bombeiros de Limoeiro se encontra no local, fazendo buscas no intuito de localizar o corpo. Os dados da vítima foram repassados por um amigo do mesmo.

Créditos ao site Limoeiro Plantão Policial.

domingo, 30 de março de 2014

Eunício sobre o encontro com Cid: “Ele foi gentil, me levou ao carro e abriu a porta, não sei se foi gentileza ou despedida”


O ex-prefeito de Santa Quitéria, Tomás Figueiredo, passou a manhã de sábado com o senador Eunício Oliveira. Disse ele, que os dois conversaram longamente e sentiu Eunício forte e sorridente após a conversa com Cid Gomes.
“O Eunício me disse que entregou 38 certidões negativas do TRE, TSE e Supremo Tribunal Federal para mostrar que é limpo. Disse que entregou pesquisas que mostram que ele está na frente, com 35% a mais de intenção de votos que os demais concorrentes. Entregou um histórico da aliança de 2006 pra cá, onde o PMDB cedeu tudo, inclusive prejudicou vereadores na eleição passada. Ele informou que pretende disputar a eleição e pediu o apoio. Eunício também disse que nunca pediu nada ao Governo, até os secretários foram escolhidos por Cid  e nem cargos das secretarias ele indicou. Eunício me disse também que ao final da conversa, Cid o levou até o carro, abriu a porta para ele entrar e não sabe se o ato foi uma gentileza ou despedida”.
 Créditos ao Blog Roberto Moreira.

Presidente do Tribunal de Justiça do Ceará assumirá Governo

Mais uma definição retirada da reunião de Cid Gomes (PROS) com Eunício Oliveira (PMDB), nesta sexta-feira (28), no Palácio da Abolição, foi a do nome do sucessor do governador durante o período eleitoral.

Com a desincompatibilização de Cid, para legalizar a candidatura de seu irmão, Ciro Gomes (PROS), ao Senado, o desembargador Luiz Gerardo Brígido, presidente do Tribunal de Justiça do Estado, é quem assumirá o comando do Executivo cearense.

O mandato de Gerardo Brígido deverá durar 90 dias, até a nomeação do novo governador eleito.

Créditos ao SITE miséria.

Cid Gomes é o plano B de Dilma para lugar de Michel Temer



A presidente Dilma teme que o PMDB a abandone em sua campanha à reeleição. Sua expressiva queda na última pesquisa Ibope quando sua popularidade caiu sete pontos percentuais – hoje apenas 36% dos brasileiros aprovam seu Governo – obrigaram o Planalto a examinar um plano B para ocupar o lugar do atual vice-presidente Michel temer no caso de rompimento da aliança nacional do PT com o PMDB.
Segundo reportagem publicada hoje no jornal OGlobo, de autoria do colunista Jorge Bastos Moreno, a presidente Dilma defende que o governador Cid Gomes seja indicado para ser seu companheiro de chapa em um eventual rompimento do PT com o PMDB. Cid daria respaldo a sua reeleição justamente no Nordeste, onde Dilma enfrenta as maiores dificuldades devido a candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, a presidente.
Cid Gomes não se manifestou sobre o desejo de Dilma de fazê-lo seu companheiro de chapa. E o PMDB preferiu não reagir a mais essa ameaça do Planalto. Como faltam ainda três meses até a convenção que homologará a candidatura à reeleição de Dilma, o vice-presidente Michel Temer assume a postura de não se confrontar diretamente com o Planalto.
Créditos ao Site G1.