Documentos obtidos pelo Diário do Nordeste mostram que o esquema fraudulento ocorreu ao longo do ano de 2023, e gerou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) dentro da corporação em 2024. O Ministério Público Federal (MPF) entrou no caso no ano seguinte, e fez a denúncia em setembro de 2025.
A denúncia foi recebida pela Justiça Federal, e o caso será julgado na 11ª Vara Federal do Ceará. No dia 2 de fevereiro deste ano, as defesas enviaram as primeiras respostas às acusações.
Na maioria dos casos, eram liberados indevidamente veículos com o tacógrafo (instrumento que indica e registra a velocidade e a distância percorrida por um veículo) irregular. As liberações coincidiam com dias em que o policial ou sua família recebiam quantias suspeitas no banco.