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segunda-feira, 14 de junho de 2021

Advogado massapeense passa 17 anos usando a identidade de menino morto em Camocim para fraudar benefícios do INSS

 

Golpista retirava a 2ª via de certidões de nascimento de pessoas que morreram há muitos anos e assumia a identidade delas.

Foi no cemitério de Camocim, cidade do interior do Ceará, que Alecsander procurou por nomes de crianças que, se estivessem vivas, teriam uma idade semelhante à dele, adulto. Assim, ele assumiu a identidade de Elber Fabricio Mendes, nome com o qual ele viveria pelos próximos 17 anos.

Em novembro de 2017, a prisão de Elber Fabricio Mendes foi notícia. Junto com a segunda esposa, Elber foi preso por fraudar o INSS.

O casal se passava por outras pessoas para receber quatro benefícios e causou um prejuízo aos cofres públicos de mais de R$ 2 milhões. Os dois foram condenados. Mas só ele chegou a cumprir a pena em regime fechado. Depois de dois anos, Elber foi solto.

Só que Elber Fabricio Mendes não poderia ter sido preso em 2017, porque o verdadeiro Elber tinha morrido em 10 de novembro de 1987.