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terça-feira, 21 de abril de 2026

Idollo do Ceará no rival Fortaleza

Muita gente lembra da polêmica saída do goleiro Chico para o rival na reta final do Cearense de 97. O que poucos exaltam foi a coragem do jovem Aderson, prata da casa que assumiu a "fogueira" debaixo das traves no momento mais crítico do campeonato.

Criado no Pici, Aderson era o terceiro goleiro e tinha apenas 19 anos quando a responsabilidade de defender o Fortaleza caiu no seu colo. 

Enquanto o antigo titular preferiu o lado de lá, Aderson, que já estava no clube desde os 17 anos, não pensou duas vezes e assumiu a titularidade nas finais sob uma pressão absurda.

Aderson pode não ter tido o "marketing" de outros, mas teve o caráter que falta a muitos.

 Em um momento de traição, ele foi a prova de que o Fortaleza é feito de quem honra suas cores!

 Depois de sua passagem pelo Fortaleza, ele seguiu carreira em clubes como Ferroviário e Horizonte, onde mais tarde também trabalhou como preparador de goleiros. Hoje, Aderson é lembrado não apenas pelas defesas, mas pelo caráter de quem não fugiu da luta quando o clube mais precisou. Um verdadeiro exemplo de lealdade ao Tricolor!

Aderson botou a cara numa fogueira enorme e defendeu nossas cores com dignidade enquanto outros nos abandonavam. É o tipo de jogador que a história precisa valorizar: o prata da casa que não fugiu da luta!

Respeitem quem escreveu a nossa história com sangue, suor e a frieza dos predestinados.