Segundo a defesa do médico, a decisão, tecnicamente irrepreensível, reconheceu o que a defesa sustentou desde o início: a prisão preventiva foi decretada sem fundamentação concreta, baseando-se exclusivamente na gravidade abstrata do delito e em elementos já inerentes ao próprio tipo penal, sem demonstração de risco atual à ordem pública ou à instrução criminal. Ressaltamos que, durante toda a instrução processual, a inocência de nosso cliente será plenamente demonstrada. Os elementos probatórios revelarão a inexistência dos fatos imputados na denúncia, confirmando que Yuri jamais praticou qualquer conduta criminosa.
O médico foi preso por suspeita de assédio sexual e violência psicológica contra uma ex-aluna. A operação foi deflagrada no dia 29 de janeiro pelo Ministério Público.18/02/2026 - por Monólitos Post
