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terça-feira, 15 de julho de 2014

Juazeiro do Norte-CE: Milhares de pessoas já passaram pelo velório de Foguinho


As últimas homenagens ao radialista Francisco de Assis Silva, o Foguinho, estão vindo de todos os lugares na direção do velório que acontece no Centro Anjo da Guarda desde o início da tarde desta terça-feira. Ele era um dos mais queridos narradores esportivos de Juazeiro do Norte e morreu por volta das 7 horas de hoje em sua residência aos 69 anos de idade. As coroas de flores não param de chegar e já são muitas próximas à urna mortuária.

O sepultamento acontece no Cemitério Anjo da Guarda logo após a missa de corpo presente que começa às 11 horas desta quarta-feira. Parentes, radialistas, políticos, empresários, profissionais liberais já compareceram ao velório numa intensa movimentação. Muitos outros ainda estão sendo aguardados como um filho que está vindo do Sudeste do país, o seu compadre e grande amigo Wilton Bezerra, além do radialista e juiz de direito na Paraíba, Eimar de Lima.




Diretorias de Icasa e Guarani colocaram bandeiras sobre o caixão numa espécie de preito de gratidão a tudo que ele fez pelo esporte juazeirense. Repórteres esportivos como Edgley Ribeiro e Toninho Vieira que, por muito tempo, trabalharam ao lado de Foguinho, lamentaram muito o falecimento do companheiro. Já os admiradores do cronista esportiva com 55 anos de atividades, fizeram questão de manifestar o reconhecimento por meio de veículos de comunicação como o Site Miséria.

Para Alzeni Cordeiro, o mundo do rádio fica mais pobre, enquanto Alberto Pinheiro observou que se tratava de uma enciclopédia de histórias do nosso futebol. Na opinião de Marques Andrade, Foguinho era pequeno apenas na estatura, porém incomensurável no seu valor. Já Mário Egidio o considerou como o maior locutor esportivo que nossa cidade já teve. “Ele transmitia os jogos de Icasa e Guarani com paixão e amor. Fui seu fã desde menino”.

No entendimento do jornalista Roberto Bulhões, a crônica esportiva cearense perdeu um grande e dedicado profissional. “Sempre tive muita admiração por Chico Silva em virtude da sua capacidade, amizade e irreverência. Enquanto isso, Adriano Batista Alves o definiu como seuu conselheiro que muito o ajudou muito. “Está sendo muito difícil nesse momento lamentar sua perda”, concluiu.

site MISÉRIA