A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli de determinar que celulares e computadores apreendidos no caso Banco Master permaneçam no STF, e não com a Polícia Federal, causou perplexidade entre investigadores.
Segundo policiais ouvidos sob reserva, o estranhamento está no fato de que a PF não teve acesso imediato aos dispositivos, procedimento considerado essencial para a extração rápida de dados, sobretudo de arquivos armazenados em nuvem, que podem ser manipulados ou apagados remotamente.
Em nota, o gabinete do ministro afirmou que o acautelamento tem como objetivo a preservação das provas, que serão posteriormente periciadas.
Ainda assim, investigadores alertam que a retirada do material da custódia direta da PF pode comprometer a integridade das informações no momento mais sensível da apuração.
Via portal Folha do Estado
