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18 de abril de 2016

Policial Militar é morto durante assalto em banco em Pacajus

As câmeras de segurança do banco gravaram toda a ação e um dos assaltantes foi identificado

Um subtenente da Polícia Militar foi morto na tarde desta segunda-feira, 18, em Pacajus. Francisco Wellington da Silva, 45, foi baleado após uma tentativa de assalto em uma agência bancária do município. Wellington era lotado na 2ª Cia. do 15º Batalhão da PM.

De acordo com a Perícia no local, dois homens aguardavam Wellington dentro da agência do Bradesco de Pacajus, onde ele iria realizar um depósito. O agente de segurança foi surpreendido com a ação e foi baleado na cabeça. Ele teve morte imediata.

A funcionária de uma empresa de frios Ana Paula Barbosa de Castro, 42, estava na agência e levou um tiro na perna. A bala atingiu a veia femoral e Ana Paula foi encaminhada ao Instituo Dr. José Frota em estado grave.

As câmeras de segurança do banco gravaram toda a ação e um dos assaltantes foi identificado. Um terceiro homem estava do lado de fora da agência dando suporte à dupla.

Após o crime, os suspeitos fugiram em um carro Volkswagen Gol. O veículo foi encontrado em uma estrada carroçável no município de Horizonte, mas a Polícia não tem pistas dos suspeitos.

Segundo a assessoria de comunicação da Polícia Militar, diligências estão sendo realizadas na área do crime pelo Comando da Corporação para "elucidar os detalhes da ação, bem como encontrar seus autores".

O subtenente Wellington é o sétimo policial morto no Ceará em 2016. O último havia sido o policial civil Alisson Mendonça, morto após outra tentativa de assalto no bairro Cidade dos Funcionários no último dia 6 de abril.

O POVO Online com informações da repórter Jéssika Sisnando

Homens arremessam coquetel molotov em delegacia


Assim como a cabine de policiamento na Praça da Estação, a Delegacia Municipal de Itapajé, no Vale do Curu, foi atacada na noite de sábado, 16, no Estado. De acordo com informações da própria delegacia, homens em motos arremessaram coquetel molotov no pátio do distrito. Ninguém ficou ferido.

Veículos que estavam no pátio da delegacia foram atingidos, mas o policial que estava de plantão conseguiu debelar as chamas. Nenhum suspeito foi preso. Por a delegacia não contar com câmeras de vigilância, a ação não foi filmada.

Nenhum grupo reivindicou a autoria da ação até o momento. A Polícia Civil ainda investiga se o crime tem relação com o homicídio confessado pelo policial militar (PM) Francisco Renan Mesquita Matos, também ocorrido no sábado. Segundo a Secretaria da Segurança Pública de Defesa Social (SSPDS), o PM diz ter tido assassinado Ideljones da Silva Magalhães após uma discussão. A pasta não informou detalhes acerca da motivação da discussão entre o soldado e a vítima


O POVO Online

Dilma se diz injustiçada e critica Temer por "conspiração aberta"

Dilma fez seu 1º pronunciamento após derrota na Câmara na tarde desta segunda

Em seu 1º pronunciamento após a Câmara aprovar o pedido de impeachment, Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira, 18, ser “estarrecedor” que um vice-presidente “conspire abertamente” contra a presidente. A presidente afirmou ainda que o governo terá diálogo "totalmente diferente" com senadores, e que não deve apostar na redistribuição de cargos para conquistar votos.

Afirmando que o processo de impeachment é na verdade uma “eleição indireta”, a presidente disse ocorrer hoje uma “violência” contra a verdade e a democracia. “Não se pode chamar de impeachment o que é uma tentativa de eleição indireta. Isso se dá porque aqueles que querem ascender ao poder não tem votos para tal. Além disso, acredito que é sobretudo estarrecedor, que um vice-presidente no exercício do seu mandato, conspire contra a presidente abertamente".

"Injustiçada"

A presidente disse ainda que se sentiu “injustiçada” e “indignada” com o resultado da votação da Câmara, afirmando que não cometeu qualquer crime de responsabilidade. Ela ainda esclareceu que parlamentares que possuíam cargos e votaram pelo impeachment não voltarão ao governo.

Ela disse ainda achar "estranho" que o processo do impeachment contra ela, "que não possui qualquer denúncia de enriquecimento ilícito", esteja sendo conduzida por "gente com conta no exterior", se referindo ao deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Na manhã desta segunda, Dilma se reuniu com 23 deputados que votaram contra o processo de impeachment. Às 16h, a presidente se reuniu com o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa. Existe ainda expectativa de que a presidente receba o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) ainda nesta segunda.

Fala de Dilma Rousseff

Dilma Rousseff reafirmou que o processo não tem base de sustentação, repetindo que não cometeu crime de responsabilidade. Dilma contou que assistiu a todas as intervenções dos deputados durante a votação e não viu “uma discussão sobre o crime de responsabilidade, que é a única maneira de se julgar um presidente no Brasil”.

“Injustiça sempre ocorre quando se esmaga o processo de defesa, mas também quando, de uma forma absurda, se acusa alguém por algo, primeiro, que não é crime, e segundo, acusa e ninguém se refere a qual é o problema”, disse.

Recorrendo à Constituição, a presidenta disse que o impeachment está previsto, mas “é necessária existência de crime de responsabilidade, para que a pessoa possa ser afastada da Presidência da República”.

Ao repetir várias vezes a palavra injustiça, Dilma disse que poderia bater em apenas uma tecla, de que não há crime, mas afirmou que é importante porque “é a tecla da democracia”.

"Os atos pelos quais me acusam foram praticados por outros presidentes antes de mim e não foram considerados atos ilegais ou criminosos. Portanto, quando me sinto indignada e injustiçada, é porque a mim se reserva um tratamento que não se reservou a ninguém. Atos baseados em pareceres técnicos. Nenhum deles beneficia a mim diretamente. Não são atos praticados para que eu enriquecesse indevidamente", afirmou.

Fazendo menção indireta ao presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, ela afirmou que “aqueles que têm conta no exterior” presidiram o processo. Ela declarou que possui a “consciência” que não há ilegalidade nos atos que assinou e motivaram o pedido de impeachment.

"Não os fiz ilegalmente e baseado em nenhuma ilegalidade. Tenho certeza que sabem que é assim. Todos sabem que é assim", disse.

Agência Brasil

Elogiado na sessão do impeachment, prefeito de Montes Claros é preso pela Polícia Federal


O prefeito de Montes Claros (MG), Ruy Adriano Borges Muniz (PSB) e a secretária de saúde do município Ana Paula Nascimento foram presos pela Polícia Federal na manhã desta segunda-feira, 18, pela operação Máscara da Sanidade II – Sabotadores da Saúde, que investiga fraudes para favorecer hospitais privados ligados ao prefeito da cidade. A prisão ocorre um dia após o político ser elogiado por sua mulher, a deputada Raquel Muniz (PSB), ao proferir seu voto pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff.

“Meu voto é pra dizer que o Brasil tem jeito, o prefeito de Montes Claros mostra isso para todos nós com sua gestão”, afirmou a deputada durante a votação deste domingo que, com 367 votos autorizou a continuidade do processo de afastamento da petista que agora segue para o Senado. “Meu voto é pelo Brasil”, concluiu a deputada.

Menos de 24 horas depois, a Polícia Federal prendeu o prefeito na capital federal. Segundo as investigações, o grupo do prefeito teria atuado para inviabilizar os  hospitais públicos da cidade. Somente em outubro de 2015, segundo a PF, o grupo de Muniz retirou cerca de 26 mil consultas especializadas e 11 mil exames dos hospitais públicos municipais.

Estadão Conteúdo

Oposição insatisfeita com voto de Adail Carneiro marca reunião para esta Segunda-feira(18)



Nesta segunda(18), após a votação do Impeachment ocorrida no dia de ontem, a Oposição Política de Russas decidiu agendar uma reunião para às 19h00. O motivo?, A insatisfação do grupo com a decisão de voto do Deputado Federal Adail Carneiro(PP), que anunciou na imprensa local que votaria "não" pela admissibilidade do impeachment da presidenta Dilma Rousseff(PT), chegando a dizer que mesmo seu partido, PP fechando questão pelo voto "sim", ele seria contra, e que se o partido tivesse apenas um voto em favor de Dilma, seria o seu, mas ao votar, Adail surpreendeu a todos com a mudança de voto para "sim".

Adail estava licenciado e ocupando cargo de assessor especial do Governador Camilo Santana(PT), foi exonerado e voltou a Câmara Federal com o compromisso do voto contrario ao impeachment, o que não aconteceu.

Ao justificar o voto, Adail pediu licença para reconhecer o que o ex-presidente Lula(PT) fez pelo país, em seguida pediu desculpas a Lula, Cid Gomes(PDT), Dilma Rousseff(PT) e Camilo Santana(PT), e disse "Não posso deixar de atender aos pedidos (recebidos) através das redes sociais", justificou, citando ainda uma condução econômica "desastrada e desenfreada".


Na sexta-feira(15) Adail esteve no palácio do Planalto acompanhando o governador Camilo, hipotecando apoio a Dilma, quando foi feita a foto oficial dos que votariam pelo Ceará contra o impeachment.

Na redes sociais logo após o seu voto, muitos eleitores de Adail manifestaram decepção com sua postura, com vários comentários que o qualificaram como " traidor".



Guida Maia que é Pré-Candidata a disputa do cargo de Prefeito de Russas, mostrou-se decepcionada comentando o vídeo do voto com a justificativa de Adail compartilhado por um seguidor do Deputado na rede social Facebook.



Balanço parcial do fim de semana aponta 20 casos de assassinatos no Ceará

Pelo menos, 20 pessoas foram assassinadas no Ceará no último fim de semana. O balanço parcial das ocorrências policiais no período entre a última sexta-feira (15) e o começo da madrugada de hoje (18) aponta que a maioria dos homicídios ocorreu no Interior.

Em Fortaleza, foram registrados assassinatos nos bairros Maraponga, Itaperi  e Genibaú. Uma das vítimas foi um empresário, executado a tiros em sua gráfica, situada na Rua Doutor Carlos Juaçaba, na Maraponga.  A Polícia suspeita que Fernando Alves Nogueira Júnior, 34 anos, tenha sido vítima de um crime passional ou uma pistolagem.

Na Região Metropolitana de Fortaleza foram registrados três assassinatos no Município de Caucaia, nas seguintes comunidades: Praia do Pacheco, distrito de Jurema e no Parque Leblon. Uma das vítimas foi um estrangeiro. O norueguês Shaun Pal Elnaes, 43 anos, foi esfaqueado durante uma briga e acabou morrendo no hospital municipal de Caucaia. O crime ocorreu na noite de sexta-feira. A Polícia já tem os nomes de dois suspeitos.

Além de Caucaia, ocorreram também homicídios em Pacajus e no Eusébio.  No bairro Tamatanduba, no Eusébio, o gerente de vendas Antônio Otaviano de Sousa, 38 anos, foi executado, a tiros, na Rua Carmelita Rebouças.  O crime foi praticado por dois homens numa motocicleta.  A vítima, segundo a Polícia, era agiota e o crime pode estar ligado a esta atividade.  Em Pacajus, Renan Silva, 20 anos, foi executado a tiros, domingo à noite.

Interior

Pelo menos, 12 casos de homicídios foram registrados no Interior durante o período. Os crimes de morte aconteceram nos seguintes Municípios: Beberibe (duplo assassinato), Quiterianópolis, Juazeiro do Norte, Tarrafas, Catarina, Aracoiaba, Pentecoste, Limoeiro do Norte, Itapajé, Senador Pompeu e Camocim.

Uma das vítimas dos assassinatos no Interior aconteceu na cidade de Catarina, vitimando um idoso de 80 anos. Sebastião Cosmo Siqueira, conselheiro fiscal do Sindicato dos Trabalhadores daquele Município, foi morto, a tiros, na porta de casa. Seu filho acabou baleado. Os dois estavam na porta de casa, quando foram surpreendidos por dois pistoleiros numa motocicleta.

Já na cidade de Juazeiro do Norte, no Cariri, o adolescente Athos Mateus de Sousa, 17 anos, foi executado com, pelo menos, 10 tiros, na manhã de sábado. O crime ocorreu na Rua  Vaqueiro Raimundo Jacó, no bairro Leandro Bezerra.

Na localidade de São Francisco, no Município de Quiterianópolis, Valdiran Rodrigues do Nascimento, 43 anos, foi assassinado a tiros na noite de sábado. Já no Município de Tarrafas, uma briga deixou morto o jovem Marivaldo Palácio de Sousa. Ele sofreu espancamentos e não resistiu.
Em Camocim, José Vinícius Lopes dos Santos, 17 anos, morreeu depois de agredido a pauladas e golpes de faca.  Em Itapajé,  foi encontrado o corpo de Idelijones da Silva Magalhães, 25. O cadáver foi localizado na zona rural do Município. Um policial militar está detido sob suspeita de ter praticado o crime.

Blog do Fernando Ribeiro

Aliado de Camilo vota contra Dilma e pede perdão a Cid Gomes

Tiririca manteve o suspense sobre o voto, mas votou a favor

A traição a seus padrinhos políticos começou com um pedido de perdão no plenário da Câmara, em Brasília. Adail Carneiro (PP-CE), considerado voto “indeciso” ou mais tendente pelo “não” contra o impeachment de Dilma Rousseff (PT), iniciou o discurso pedindo desculpas a Lula (PT), ao ex-governador do Ceará, Cid Gome (PDT), e ao atual - Camilo Santana (PT).

Adail Carneiro havia sido exonerado por Camilo Santana, do cargo de assessor especial do governo do Ceará em Brasília, exatamente para votar contra a admissão do processo de impedimento da presidente. A dispensa de ocasião de Adail se deu três dias antes da votação.

O ex-secretário esteve também numa reunião, na semana passada, na capital federal, puxada por Camilo Santana com a presidente Dilma e parlamentares que votariam contra o impeachment da petista. Mas o desfecho da história não ocorreu como foi desenhado pelo governador cearense.

Ontem, inclusive, horas antes da votação circulou a informação de que Adail Carneiro havia se reunido com Dilma e seria voto contrário ao processo arquitetado, principalmente, pelo PMDB e pelo PSDB.

Enviamos perguntas a Camilo Santana, para saber sobre o gesto de Adail Carneiro e o futuro do ex-assessor no governo. A assessoria de imprensa de Camilo perguntou sobre o horário de fechamento, porém não retornou com as respostas.

No Twitter

Quem também chamou atenção do Brasil, no púlpito da Câmara, foi o deputado federal cearense Chico Lopes (PCdoB). A fala do comunista e professor aposentado da rede estadual de ensino do Ceará, virou um dos cinco assuntos mais comentados do Twitter. 

O “não” contra o impeachment de Dilma veio acompanhado de ironia contra os discursos de quem votou pelo “sim”. Chico Lopes se disse “emocionado com o encontro” de tanta gente honesta numa Câmara presidida por Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O deputado comentou a ‘surpresa’ com o parlamento que, no domingo, em vez de um encontro político, se encheu de “bons pais, bons maridos, bons filhos” e de pessoas que nunca tiveram parte com a Lava Jato.

Papagaio de pirata

O peemedebista Vitor Valim também foi lembrado nas redes sociais. Mas de maneira pejorativa por ter se plantado por 1h49min entre os parlamentares que se apertavam ao lado do púlpito de votação para aparecer para câmeras postadas ali. O “sim” de Valim foi acompanhado de um abraço para os manifestantes pró-impeachment que ocupavam a Praça Portugal. 

Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que foi chamado de “gangster” por Glauber Braga (Psol-RJ) e mais de uma dezenas de vezes de “ladrão” por outros congressistas, também foi criticado por um dos deputados cearenses que votou contra o impeachment. Leônidas Cristino (PDT) afirmou que a sessão não poderia ser presidida por “um réu” da Operação Lava Jato.

A deputada Gorete Pereira (PR), que afirmou não acreditar nem no PT nem no PMDB /PSDB, se absteve de votar. E Aníbal Gomes, porque está de licença para tratamento de saúde, foi o ausente da bancada cearense.

SAIBA MAIS

O 1º pronunciamento de Tiririca (PR), deputado cearense eleito por São Paulo, foi relâmpago. “Senhor presidente, pelo meu País, voto sim”, afirmou o parlamentar, que falou no microfone do plenário da Câmara pela primeira vez desde que foi eleito, em 2010. .

Luizianne Lins (PT) foi discreta quando chegou a vez de votar pelo “não”. O que chamou a atenção foi seu visual meio riponga. Tiara e jaqueta vermelhas deram o tom.

O deputado Domingos Neto(PSD), que votou contra o impedimento de Dilma, afirmou que só um plebiscito resolveria o problema do País.


Danilo Forte (PSB), ex-peemedebista que costumava beijar a mão de Dilma Rousseff quando a presidente vinha ao Ceará, votou pelo impedimento. Ele foi ex-presidente da Funasa/CE no 1º governo Dilma.

O Povo Online

Cabine policial é alvo de tentativa de incêndio


Uma cabine da Polícia Militar (PM) foi alvo de uma tentativa de vandalismo na noite de sábado, 16, na Praça da Estação, no Centro. Conforme o comandante da 1ª Companhia do 5º Batalhão de Polícia Militar (1ª Cia/5º BPM), tenente-coronel Teófilo Gomes, um homem tentou atear fogo na unidade usando um balde com combustível.

Ainda segundo o relato, a ação foi impedida por PMs da área, que perceberam o ataque ainda em seu início, quando saía apenas uma "pequena fumaça". Com isso, segundo Teófilo Gomes, os danos à cabine foram "mínimos". Ainda assim, o posto policial foi removido para manutenção e perícia. O autor fugiu com a chegada dos policiais e ainda não foi localizado.

O tenente-coronel qualificou a ação como "oportunista", citando a série de ataques registradas no Estado nas últimas duas semanas. Ele diz acreditar que a tentativa de vandalismo na Praça da Estação não tenha sido ordenada pelas facções que reivindicam ter feito tais atentados e sim por criminosos que agem na comunidade do Oitão Preto, localizada nas proximidades da praça, no bairro Moura Brasil. Seria uma retaliação às frequentes operações e prisões realizadas no local por tráfico de drogas.

O caso é investigado pela 34º Distrito Policial.

O POVO Online

Achado de cadáver em Tabuleiro do Norte

Neste domingo, dia 17, por volta das 07h30min, na localidade de Sítio Tiú, Zona Rural de Tabuleiro do Norte/CE, foi encontrado, por populares, um corpo já em estado de putrefação, pois se trata da pessoa de BENEDITO BATISTA LIMA, de 64 anos. Segundo informou familiares que o mesmo havia 03(três) dias que estava desaparecido, que era alcoólatra, e que bebia todos os dias. A PM esteve no local no aguardo da perícia, para os devidos procedimentos legais.

Com Informações do 1ºBPM

Câmara aprova abertura de impeachment da presidente Dilma Rousseff


A Câmara dos Deputados aprovou neste domingo (17) o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Os 342 votos necessários para a aprovação foram alcançados às 23h07.

Dos 513 deputados, 367 votaram a favor e 146 contra e abstenções. Era preciso 342 votos a favor para abrir o processo de impeachment. Senado é agora responsável pelo julgamento.

O processo segue agora para o Senado e uma comissão será formada para avaliá-lo. O parecer final da comissão será então encaminhado ao plenário do Senado para uma nova votação. O processo só deve continuar se 41 dos 81 senadores (maioria simples) concordarem com ele.

Se o Senado aceitar o pedido, a presidente é afastada por um período de 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assume o cargo. Dilma recebe um prazo de 20 dias para apresentar nova defesa.

Os senadores têm 180 dias para julgar se Dilma é responsável pelos crimes de responsabilidade apontados no processo. A votação final será em uma sessão do Senado presidida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal. O impeachment é aprovado se dois terços dos senadores (54 dos 81) votarem a favor. Se Dilma for condenada, perde o mandato e se torna inelegível por 8 anos. Se for absolvida, Dilma volta automaticamente ao cargo de presidente.

Processo na Câmara

A votação na Câmara começou pontualmente às 14h deste domingo. De início discursaram os líderes dos partidos, que orientaram os votos das bancadas, e por volta das 17h45 os deputados começaram a proferir seus votos. Os 513 deputados foram chamados pelo nome para votar se concordavam ou não com a abertura do processo. Eram necessários 342 votos contra o governo para a aprovação.

A sessão mais longa da histórica da Câmara começou na manhã de sexta-feira (15), quando falaram os juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr. e Janaína Paschoal, que assinaram o pedido de impeachment. Em seguida, o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, falou em defesa da presidente. Após a defesa, começaram a se pronunciar os deputados de legendas com representação na Casa, seguindo a ordem da maior para a menor bancada. São 25 partidos com representação.

Foram realizadas sessões sucessivas até às 3h42 deste domingo (17) até que todos os deputados falassem. A sessão que decidiu pelo seguimento do impeachment começou então às 14h.